segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

O tempo está acabando

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Quando se fala em campanhas impressas do Greenpeace, logo vem a cabeça algo totalmente criativo e original - pelo menos é isso o que vejo por aí. No caso específico, a mensagem não poderia ser mais clara: O tempo está acabando.
Quem criou foi a agência austríaca Draftfcb Kobza.
A propósito, um Feliz Natal a todos.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Nada se cria | 35

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Alguém aí já pensou em criar uma peça para uma bebida onde o líquido acompanha alguma coisa? Se a reposta é afirmativa, podemos acreditar que o processo criativo pode de fato seguir um raciocínio lógico. Ou seja, esse negócio de chupada é uma grande maldade, quando, é claro, não se tem a intenção de economizar neurônios. Mas ainda assim, a originalidade vai pro espaço. Veja o que encontrei navegando por aí:



segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

O Lequetreque da Sadia

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Fim de ano chegando, festas, amigos secretos, confraternizações, especiais de natal pra todo lado, mas eu – e posso dizer que todo publicitário apaixonado pela profissão – pensa logo em qual campanha vai valer a pena comentar no bar enquanto observa o layout do cardápio e pensa se aquele atendimento é conseqüência do plano de marketing daquela espelunca. Mas não vamos focar em nada muito contemporâneo, vamos apenas falar de um dos maiores ícones da propaganda brasileira: o Lequetreque.

A idéia nasceu em 1971, isso mesmo, há mais de três décadas atrás. Criado pelo publicitário Francesc Petit, simplesmente o “P” de DPZ, e também por um tal de Washington Olivetto. O conceito é muito simples, mas também muito inovador para a época. Como havia o paradigma de que comida de microondas, apesar de rápida, não tinha sabor, a agência criou um garoto-propaganda que se assemelha muito com o papa-léguas. Mas essa é exatamente a idéia que se queria transmitir: Não era preciso usar um microondas para saborear um prato em pouco tempo. O resultado disso? O frango veloz da Sadia, ou se preferir, o Lequetreque.

Eu não poderia cometer a indelicadeza de não citar o meu amigo engenheiro Sérgio Santos nesse post, afinal de contas, é graças a ele que estou escrevendo e pesquisando sobre esse grande mito. Entramos há alguns dias numa pequena discussão sobre a autoria do frango de capacete e óculos de motoqueiro, mas como é difícil um são-paulino e um corintiano entrarem num consenso, o assunto acabou aqui, no Louco não, publicitário!

Voltando ao ícone, uma curiosidade foi que na época da sua criação, o nome do personagem símbolo da marca, foi democraticamente escolhido num concurso aberto aos consumidores. Vale citar também a evolução que o desenho sofreu ao longo dos mais de 30 anos de sucesso entre os brasileiros. Hoje, o simpático Lequetreque é uma sofisticada animação em 3d que levou praticamente um ano para ser desenvolvida.

Em 1997 foi criada a Linha Clubinho da Sadia, que tinha o objetivo de aproximar a marca do público infantil. Os profissionais de marketing da Sadia e a DPZ não tiveram dúvidas em quem deveria ser o personagem principal dessa estratégia, ele mesmo, o Lequetreque. Usado em toda a comunicação visual das embalagens dos produtos e em ações que divulgavam a linha infantil.

Mas ao contrário do que muitos pensam, esses esboços ao lado não foram feitos pelo pelo Petit, e sim pelo desenhista Daniel Messias, que nos anos 70 e 80 trabalhou com o desenvolvimento do personagem. Coube mais tarde ao desenhista Alexandre Calheiros (também conhecido como Caldeirão) reformulá-lo nas cores que valem até hoje.

Na sequência, disponibilizo uma jóia rara da nossa propaganda. Trata-se de dois comerciais veiculados na época da criação do personagem, um ainda na TV preto-e-branco, e o segundo, numa campanha de sustentação já em TV colorida.


Aos que se interessaram no assunto e querem conhecer mais sobre esse personagem, recomendo uma visita ao site da DPZ e da Sadia, lá você encontra algumas curiosidades e confere toda a história.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

2008 começa agora

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Hoje eu quero fazer uma coisa diferente por aqui, o que não deixa de ser bom por sinal – me refiro a fazer algo diferente. Afinal de contas, a busca pelo novo deve ser inerente a todo bom publicitário que se preze. Quero dizer que ao invés de comentar alguma peça ou ação em evidência por aí, quero transcrever alguns pontos interessantes de uma excelente palestra que acabo de assistir, não tem muito a ver com nossa área, mas vou tentar passar o que vi e gostei.

Aly Baddauhy Jr. - um sujeito extremamente pertinente no que diz - atua desde 1993 com desenvolvimento de pessoas, o que já não é tarefa para qualquer um, partindo das bizarrices que já cruzaram meu caminho. Confesso que fazia um considerável tempo que queria ouvir o que ele tinha a dizer, até por recomendação de vários colegas de trabalho. O tema não era nada animador, ou você se empolgaria com um panfleto formato 16, preto-e-branco com a foto de um sujeito semi-careca de paletó e o título: Rompendo barreiras. 2008 começa agora. Ainda assim peguei meu bloquinho de anotações, caneta e uma garrafinha de água com gás para encarar as próximas 3 horas dentro de um auditório com 800 pessoas.

Quando Alibaba (assim ele mesmo se designou algumas vezes) disse a primeira frase pensei: Estou no lugar certo. “Toda multidão é burra”, e certamente necessitou de alguns segundos de raciocínio para entender o que ele falaria na sequência. Quando estamos no meio de milhares de pessoas, a única coisa que vemos são algumas nucas num raio de cinco metros. A partir do momento em que ficamos apenas alguns centímetros acima da multidão, é possível ver 300 metros a mais. É o que alguns chamam de ângulo de observação.

É natural que as pessoas busquem uma zona de conforto, é a tendência da natureza, pois subir um primeiro degrau para ter mais visão é extremamente difícil por causa dessa maldita zona. Porém, basicamente é isso que diferencia o vencedor do perdedor. Ou você busca um padrão de excelência, ou um padrão de conveniência. A zona de conforto atrofia as pessoas de tal forma que é mais cômodo fazer apenas o que é conveniente para aquele momento, ou seja, jamais pensar, planejar, se desafiar.

O fracasso é o resultado final da somatória de pequenos erros
, e aí Baddauhy, um show-man daqueles, deu um exemplo fantástico. Se você fumar uma carteira de cigarro inteira ao mesmo tempo, provavelmente não sofrerá as conseqüências da nicotina e suas outras 4.700 substâncias tóxicas, tampouco se fumar todos os dias durante apenas um mês inteiro. Mas se você fumar todos os dias durante 30 ou 40 anos, certamente morrerá com um câncer bem no meio dos pulmões. Vamos considerar que fumar um cigarro é o pequeno erro e morrer de câncer é o fracasso. Isso significa que para fracassar, é preciso ter muita dedicação. Uma empresa não quebra do dia para noite, ela vem cometendo vários erros até chegar ao ponto crítico e fechar as portas. Em outras palavras, é isso que significa a afirmação: “O fracasso é o resultado final da somatória de pequenos erros” - repetido várias vezes pelo palestrante. A idéia é não se iludir achando que pequenos erros não são importantes por não terem efeitos negativos imediatos.

Já o sucesso é a realização progressiva de um sonho válido, ou seja, nunca pare de realizar desafios. Tente ver o sucesso como uma estrada, e não como um lugar. Trazendo para nossa área, vamos supor que quero abrir minha própria agência de propaganda. Eu me dedico a isso, junto economias e chegue lá. Pronto! Pergunto: Obtive sucesso? Sim, com certeza obtive. Mas se eu não traçar o próximo objetivo, estarei saindo dessa estrada cheia de aprendizes chamada sucesso. Eu devo almejar que minha agência tenha pelo menos 10 clientes de respeito. Quando conseguir isso, buscarei abrir uma filial no interior, e assim por diante. O que acontece com as pessoas é que elas têm como objetivo se aposentar. Pergunto: Pra quê? Para poder aproveitar a vida e depois morrer. Então pergunto novamente: por que não aproveitar a vida agora, 40 anos mais jovem? Sucesso meus amigos, é simplesmente nunca chegar lá.

Eu sempre digo uma frase que ouvi num intensivão de propaganda quando cursava o segundo semestre da faculdade de publicidade. “Você dirige sua vida”. Ninguém obrigará você a fazer absolutamente nada que não queira, nem seus pais, nem seu chefe, muito menos sua esposa. Pensando assim, tente entender que você é também o seu maior algoz. Elimine pensamentos ruins, substitua por boas lembranças e logo vai acostumar-se em dominar seu estado de espírito. Nós, criativos da publicidade, dependemos muito do estado de espírito para criar uma campanha com prazo apertado. Por isso é importante entender seu propósito, ter desafios, muitos deles. Trace metas para cada objetivo, você perceberá como é bom superar desafios, isso o motivará a perseguir ideais cada vez maiores.

A vida não é fácil, ela é simples, mas não é fácil. Acostume-se com isso. Jamais confunda sacrifício com sofrimento. Sacrifício é necessário para se alcançar o sucesso, já sofrimento é apenas passar pelas dificuldades sem saber o porquê. Só tem sucesso quem sabe aonde quer chegar, quem tem propósito. Pense nisso, você nada mais é do que a pessoa que escolheu ser. Não adianta reclamar do que você não pode controlar, controle o que está ao seu alcance e perceberá que isso fará toda a diferença no seu cotidiano.

Bom, se você chegou até aqui com a leitura desse post, significa que está gostando, tudo bem que está num formato totalmente oposto à proposta do blog, mas sempre vale a pena passar para frente uma boa teoria de como viver melhor.

Já próximo do fim da palestra, Aly disse algo deveras importante dentro desse contexto de sucesso e fracasso. Ele pediu a platéia que imaginasse como seria suas vidas dali a cinco anos. Todos fizeram o exercício mental e ele emendou: “Sua vida daqui a cinco anos está totalmente ligada às pessoas com quem irá se relacionar e aos livros que irá ler.” É impossível não ser influenciado, então que a influência seja boa.

Tenha sempre em mente que você é infinitamente maior do que qualquer desafio que possa surgir na sua vida. O ser humano nasceu para vencer, não para fracassar. Por isso, evite desistir, não importa se é abandonar a leitura de uma reportagem no meio ou trancar a faculdade no sexto semestre. Quem desiste uma vez, tende a desistir a vida inteira. O mais curioso é que algumas pessoas aprendem a justificar a desistência. Entenda que vencedores jamais desistem.

E para finalizar o raciocínio, aceite que merdas acontecem, você só precisa saber lidar com elas, vê-las como variáveis incontroláveis. Quem planeja tem futuro, quem não planeja tem destino, e acredite, não é nada bom a idéia de não ter controle sobre sua vida.

Caso se interesse em conhecer outras palestras, acesse:
www.semmaisdesculpas.com.br

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Entenda a revolução

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Voltando a ativa após alguns dias de total desobediência as atualizações do blog - bem que me avisaram sobre os perigos de se ter um "sítio". Como diria Juca Kfouri: "Crie um blog, e logo se tornará escravo dele". A questão é que nem me passa pela cabeça abandonar esse sanatório cada vez mais familiar.
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E aproveitando a deixa, quero agradecer - digamos publicamente - ao amigo e maior incentivador desse pequeno hospício, Leandro (ou Bial), que no meu vigésimo sexto aniversário me presenteou com o delicioso e sugestivo livro "Blog, entenda a revolução", do autor Hugh Hewitt. Obrigado! De fato, está me ajudando nessa nova paixão, só continuo não conseguindo dormir mais cedo.
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Voltando ao nosso mundo, destaco esse fantástico filme do tocador de mp3 Zune, que por sinal, é quase infinitamente inferior ao seu concorrente IPOD. Mas o que me chamou mesmo a atenção aqui foi aquela velha questão que sempre comentamos: Como as idéias abstratas e oniristas estão sendo valorizadas ultimamente! Tudo bem que isso está mais para clipe na MTV do que um comercial propriamente dito - reparem que o aparelho nem é mostrado. Quem assina a peça é a agência americana 72andSunny.


Fonte: Blogcitário

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Nada se cria | 34

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Mais uma daquelas peças que alguns constumam chamar de coincidências, outros de chupada e outros de falta de inspiração mesmo. Eu acredito sempre que uma mesma idéia pode sim, acontecer aqui e numa agência periférica, de um estado periférico da Malásia. De qualquer forma, a questão é uma só, fumar não é um bom negócio.


Downloading: hydrogen cyanide - "Baixando: ácido cianídrico"


Woc: Stop smoking before it stops you - "Pare de fumar antes que você pare."

Click to quit - "Clique para sair."


Time remaining: About 20 years - "Tempo restante: Aproximadamente 20 anos"


Hospital do câncer.


Câncer

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Líder mundial em esportes

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Para anunciar a cobertura de alguns dos maiores eventos esportivos do mundo, a ESPN do México apresentou essa bela campanha criada pela agência A bunch of monkeys. No caso especpifico, eu sou suspeito pra falar qualquer coisa, pois sou um viciado na programação dos dois canais. De qualquer forma, esse é mais um daqueles exemplos do que a boa propaganda pode causar quando explora vários sentidos.
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Me lembro bem das aulas das aulas sobre aventura visual que tive na faculdade de publicidade, e como é difícil se deparar com peças que ilustram um bom trabalho de arte conciliado a conceitos fortes. Quando vejo uma propaganda que realmente me fascina, imagino até onde o seu criador se dedicou para isso - mas também entendo que é uma forma nostálgica de pensar, afinal de contas, a propaganda vem mudando consideravelmente nos últimos tempos.






terça-feira, 20 de novembro de 2007

Toda edição de um Hugdge

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Se tem uma coisa que eu sempre gosto de debater com amigos e colegas de profissão é o incrível poder da edição - seja lá qual for o propósito. Mas como é gostoso ver uma idéia ganhar vida após várias horas de ilha! E para representar bem isso, eu separei esse comercial australiano criado pela agência McCann Erickson. O cliente em questão é a marca de automóveis Hugdge, que vende toda sua tradição em fabricar carros de passeio ao longo dos anos.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Nada se cria? | 33

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Bom, antes de mais nada, vamos ao conceito da coisa. O que significa de fato a tal Estátua de David?
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David ou Davi, nada mais é do que uma das esculturas mais famosas do artista renascentista Michelangelo. O trabalho retrata o herói bíblico com realismo anatômico impressionante, sendo considerada uma das mais importantes obras do Renascimento e do próprio autor. A escultura encontra-se hoje na cidade de Florença, na Itália - que originalmente encomendou a obra.
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É uma estátua em mármore e mede 5,17 m e devido à genialidade que sempre foi atribuída à obra, foi escolhida como símbolo máximo da República de Florença. Michelangelo levou três anos para esculpí-la, de 1501 a 1504, revelando a todos no dia 8 de setembro. O autor retrata a personagem não após a famosa batalha contra Golias (como Donatello e Verrochio antes dele fizeram), mas no momento imediatamente anterior a ela, quando David está apenas se preparando para enfrentar uma força que todos julgavam ser impossível de derrotar. Michelangelo usou o realismo do corpo nu e o predomínio das linhas curvas.
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Agora vamos ver como a propaganda se aproveitou disso para criar algumas de sua pérolas. Não diria que se trata de mais um "Nada se cria", pois vejo a obra como um ícone mundialmente conhecido e pode perfeitamente ser considerado como idéia original em qualquer trabalho.











domingo, 11 de novembro de 2007

Diretor de Criação de Elite

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Dando uma bisbilhotada por aí encontrei esses vídeos do Diretor de Criação de Elite. De fato, o sucesso do filme é imensurável. É uma febre, onde vou tem um ou outro que cita trechos do filme, imita o Capitão Nascimento, etc. Mas o mais legal mesmo e ver a turma que leva a brincadeira a sério a ponto de compará-lo ao cotidiano das agências de propaganda.







terça-feira, 6 de novembro de 2007

Todo mundo tenta

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Eu já estava ficando sem paciência de tanto procurar esse anúncio da Rebook. Mas antes que eu fosse obrigado a ir a uma banca comprar a revista Placar desse mês para digitalizar a peça e postar por aqui, topei com o site Vox News e efim meu problema foi resolvido.
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Peço desculpas se algum leitor flameguista não ver gaça no que a W/Brasil criou para a Reebok homenagear o pentacampeonato do São Paulo Futebol Clube. Mas sendo bem realista, todo mundo sabia que a polêmica só viria a tona quando um tetra fosse campeão - se não fosse assim, em 1992 a bendita taça das bolinhas deveria ir pra Gávea e ponto final.
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Agora falando apenas do anúncio, quero dizer que foi uma bela idéia de oportunidade. Isso exige muito mais do que uma boa sacada, e quando é bem executada, cria essa comunicação redonda e bem direcionada.
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No texto lê-se:
"A nova camisa já está nas lojas.
Compre antes que algum desses
números mude de novo".
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Para os não amantes do futebol, o 5-3-3 é como o São Paulo refere-se aos seus principais títulos, ou seja: 5 campeonatos brasileiros, 3 Copas Libertadores da América e 3 Mundiais Interclubes. A idéia começou no ano passado com a conquista do tetracampeonato nacional, chamado de 4-3-3, na linguagem do futebol, uma analogia a um esquema tático usado por alguns treinadores.
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Também foi criado uma outra peça que é uma capa comemorativa no jornal Destak, onde todas as notícias referiam-se ao título do São Paulo. No rodapé está escrito: "Colocamos o São Paulo aqui na frente porque este é, mais uma vez, o lugar dele. Parabéns pelo título".

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Nada se cria | 32

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Vamos TORCER para que tudo isso não tenha passado de uma mera coincidência.






quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Toda a esportividade da Ducati

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Para quem não conhece, a montadora italiana Ducati tem um posicionamento bem definido: Vender esportividade. Esse anúncio retrata bem essa filosofia - e além de ser criativo na forma como passa isso, também é divertido pela abordagem. Quem assina essa bela peça é a paulistana Matos Grey.
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Agora uma pequena curiosidade sobre a montadora. Eles acabaram de ingressar com um pedido para registrar, na Europa e Estados Unidos, o ronco produzido pelos motores de suas máquinas. Desenvolvido em 1956 por Fabio Taglioni, o doutor T, o motor da Ducati é o único barulho reconhecidamente capaz de elevar o nível de testosterona dos velhos motociclistas.
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terça-feira, 30 de outubro de 2007

Nada se cria | 31

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Já que essa semana falamos sobre campanhas contra o cigarro, aí vai um "Nada se cria" rapidinho comparando duas campanhas com, digamos, idéias irmãs. Quem assina a primeira peça é a agência Staff de Comunicação, e a segunda eu não faço a menor idéia, também nem desconfio o que está escrito no texto. Mas como a propaganda é uma linguagem universal, a chupada também pode ser. Fazer o que? O jeito é postar aqui, no Canudinho Awards 2007.

Hay que amaciar, pero perder la ternura jamás

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Eu separei essa peça para comentar aqui por dois motivos. O primeiro é obviamente falar mais uma vez da simplicidade de uma idéia bem construída. A segunda é dizer que apesar da peça ser uma camiseta, funciona apenas como impresso ou mídia digital.
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E para quem boiou legal, a propaganda é do amaciante Mon Bijou - que é tão eficiente com a camiseta que até expressão do Che Guevara mudou. Quem assina é nada mais nada menos que a DPZ.

Fonte: Blogcitário

Nada se cria | 30

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Alguém tem uma idéia melhor para vender os produtos abaixo? O jeito é mandar todo mundo pro Nada se cria.








segunda-feira, 29 de outubro de 2007

O maior out door do mundo

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Há quem diga que quando não se pode vencer pela criatividade, vença pelo exagero. É mais ou menos isso que acontece nesse out door criado pela Ad-Air para a construtora Sorouh Real Estate, de Dubai nos Emirados Árabes.
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Com seus incríveis 20 mil m², a idéia do anúncio - além é claro, de entrar para o livro dos recordes - é chamar a atenção das pessoas que viajam de avião, já que existe um aeroporto ali perto.
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Ano que vem, a empresa que comercializa a mídia pretende lançar mais quatro anúncios gigantes próximos a aeroportos: dois na Europa e dois nos Estados Unidos. Segundo as estimativas, aproximadamente 14 milhões de pessoas devem ver as peças.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Ariel dá férias para sua máquina de lavar

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Vejam que inusitada essa ação da Ariel para lançar sua caneta que tem o poder de retirar manchas das roupas. Apesar de toda a irreverência, a idéia conseguiu o que toda ação de guerrilha sonha: chamar a atenção.
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Obviamente, trata-se de mais uma sacada que não tem nada demais, muito pelo contrário, é bem simples. Mas como cansamos de comentar por aqui, vale pela originalidade de ver uma marca simplesmente dando férias ao seu produto, no caso, espalhando máquinas de lavar em estações de esqui pela Europa.
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No texto impresso nas máquinas, lê-se: “Mande a sua máquina para as férias, porque a nova caneta anti-manchas Ariel remove as manchas”.
Fonte: Alept

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Teste oftalmológico

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Eu sei que existem milhares de peças que se baseiam naquele bom e velho método de se examinar as vistas, "que letra você vê?" "e agora?", etc... Mas esse realmente me chamou a atenção.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Mais uma contra o tabaco

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Depois de um pequeno e inevitável recesso, voltamos com uma campanha anti-tabagista que está gerando frisson na Comunidade Européia. Mas antes disso, quero destacar um pertinente comentário que esse singelo blog recebeu há algum tempo. Quem assina é a leitora Luciene no post É proibido fumar... enquanto é tempo!, vejam na íntegra o que ela pensa sobre campanhas como essa que veremos a seguir:
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"Caro Publicitário, como consumidora de um produto do mercado nacional e internacional, eu gostaria de lhe dizer algo a respeito do que acho das chamadas campanhas anti-tabagistas. Tais imagens não provocam nos fumantes um horror como vocês gostam, comodamente, de pensar. Acho incrível um país tão desenvolvido na sua área não conseguir apresentar uma abordagem mais respeitosa, inteligente e criativa, a mim falaria de modo muito mais eficiente, imagens de coisas bonitas e interessantes da vida super significativa que vocês tem não fumando. Penso que, atualmente, as campanhas dão a vocês a segura pseudo-tranqüilidade de que estão cumprindo o papel de cidadãos modelos que estão mudando a vida e o futuro da nação. Acho que poderiam ampliar tamanha agressividade para emcamparem campanhas contra os milhares de brasileiros que falam ao celular enquanto dirigem, aliás, seria interessante se vocês lançassem uma campanha para a diminuição dos automóveis particulares dos fumantes e dos não-fumantes que emitem, assustadoramente, o monóxido de carbono do planeta. Ou quem sabe uma campanha sobre as pequenas corrupções do dia a dia que a maioria aceita, as pequenas gorjetas em troca de pequenos favores, como pagar o "guardador de Carros" para que não arranhe o seu automóvel. Ou quem sabe uma campanha para que nenhum brasileiro fodido sem plano de saúde morra, a partir de hoje, por falta de assistência médica. Talvez uma campanha ofensiva, como a ditadura do não fumar, para que ninguém beba mais do que duas latinhas de cerveja por dia, ou se entupa de calmantes para dormir. Que tal : é proibido ter mal gosto musical? as vítimas dos fumantes não-passivos deveriam pensar em estender a campanha para uma separação total, assumir o seu separatismo,que tal os fumantes vivem à margem esquerda e vocês ocupam o resto do planeta?
Tudo isso me incomoda, no entanto, eu não compartilho de tal ilusão egoísta de que posso escolher pelos outros milhões de adultos que habitam esse planeta."
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Esse tipo de opinião, ou seja, dos mais interessados no assunto, deve sempre ser levada em consideração, jamais ignorada. Nossa notável Luciene foi realmente feliz ao abordar o tema dessa forma, colocando como as campanhas ati-tabagistas tratam o assunto. Eu já disse isso aqui, mas não custa repetir, quem quiser enriquecer sua opinião sobre o tabagismo, assista o excelente filme "Obrigado por fumar", Fox, 2005.
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Voltando à campanha em questão, os comerciais vendem produtos que causam os mesmos efeitos colaterais que o cigarro, como um spray para garganta que provoca rouquidão, creme dental que acaba com os dentes e um creme facial que deixa a garota com aparência mais envelhecida. Eis os vídeos.















Fonte: Aletp

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Toyota Occasions: Check

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Eu não tenho muito o que falar sobre essa peça, apenas apresentar a bela sacada criativa da Saatchi & Saatchi, de Paris, para a Toyota.
No título do anúncio lê-se: "At Toyota Occasions, we check the cars we sell ourselves."
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Apesar de não deixar de pensar que, tratando-se de um anúncio de automóvel, não é muito legal ver um suposto mecânico sob um carro. Dá a impressão que a cena tende a ser cotidiana, mas vamos deixar isso pra lá.
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Por outro lado, tenho reparado que a comunicação da Toyota vem melhorando consideravelmente nas suas últimas campanhas, nada memorável, mas já não é mais aquela coisa quadradinha de sempre.

Nada se cria | 29

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Nunca na história desse singelo sanatório foram postadas tantas idéias parecidas. Alguns chamam isso de acaso, outros de chupada mesmo. Eu prefiro acreditar sempre que não passam de meras e inocentes coincidências. Ainda assim, recomendo aos criativos de plantão que antes de finalizar aquela idéia brilhante, certifiquem-se de que não existem outros vinte clones circulando por aí. Eis as peças: