terça-feira, 29 de abril de 2008

É assim que se vende um pen drive

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Hoje eu separei esses dois trabalhos criados pela agência Babel para a fabricante de pen drive Kingston. De fato, o que me chamou a atenção foi a simplicidade e a maneira criativa com que as peças vendem o produto. Digo isso também porque estão ficando cada vez mais raros os impressos com bons conceitos por trás. Acho que já falei isso por aqui, não?!

>>Clique nas imagens para ampliar.

"Things seem smaller when you have 8GB." - (As coisas parecem menores quando você tem 8GB.)
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"Things are easier with a great memory." - (As coisas são mais fáceis com uma grande memória.)

domingo, 27 de abril de 2008

Outdoor criado por estudantes do SCAD

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Hoje é jogo rápido, só quero destacar mais uma belíssima peça que não poderia ficar de fora da nossa galeria de idéias originais. O mais interessante é que este não é um trabalho feito por profissionais da propaganda, e sim por estudantes do SCAD.
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Serve como um ótima lição a muitos estudantes de publicidade que encaram trabalhos de faculdade como um pé no saco, não percebendo que quanto antes se ambientarem ao mercado (ou se preferir, selva) onde serão lançados, mais chances terão de serem valorizados.
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Fonte: Aletp



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quarta-feira, 23 de abril de 2008

Literalmente "Lost"

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Quando eu vi a presepada que aquele padre fez, na hora pensei: quem vai aproveitar a oportunidade pra vender alguma coisa? Quem sabe a Red Bull.

Daí eu dei uma pesquisada aqui, outra alí, mas para minha frustração não achei absolutamente nada, só essa montagem hilária. De qualquer forma está valendo assim mesmo, rsss.

E como dizia um comentário que li por aí sobre o episódio: "Tem hora que a cagada é tão grande que nem Deus ajuda".

Via: Blig do Gomes

Ps.: Só vamos torcer para que ele não caia na mão do "Outros".

terça-feira, 22 de abril de 2008

Nada se cria | 44

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Existe um post neste blog que ameaça perpetuar-se, emergindo entre um "Nada se cria" e outro. Refiro-me aos anúncios da Wolkswagem e Citröen publicado aqui em julho do ano passado.
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Volto a citar esse post porque hoje abordo novamente uma idéia muito parecida com aquela. Mais precisamente, usando o ícone que remete o "Pause".


Cigarros Lucky Strike
Agência: Knsk Werbeagentur
País: Alemanha


Nívea
Agência: TWA/RAAD
País: Emirados Árabes Unidos



Oill of Olay
Agência: Saatchi & Saatchi
País: Thailândia



Chocolates Kit-Kat
Agência: J Walter Thompson
País: Inglaterra



MTV
Agência: Saatchi & Saatchi
País: Itália


Stout Guinness
Agência: Ogilvy & Mather
País:
Malásia


KitKat
Agência: J Walter Thompson
País: Espanha


Tuy Holiday
Agência: Springer & Jacoby Werbung
País: Alemanha

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Abap contra restrições à propaganda de cerveja

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Este é o filme assinado pela F/Nazca para a ABAP (Associação Brasileira das Agências de Publicidade). O vídeo é uma resposta ao CONAR (Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária) que quer restringir as propagandas de bebidas alcóolicas (inclusive cerveja) no Brasil. A campanha inclui também anúncio para jornal. Mas antes de assistir ao filme, vamos a cena do capítulo anterior.
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No dia 10 de abril de 2008, começaram a vigorar as novas restrições do Conar para a propaganda de bebidas alcóolicas. Determinam, por exemplo, que são vedados o apelo imperativo de consumo e a oferta exagerada de unidades do produto. Estabelecem também o princípio da proteção a crianças e adolescentes, que não podem ser público-alvo.
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De acordo com as novas regras, as peças publicitárias também não podem ter apelo sensual, nem associar o consumo de álcool a coragem, sucesso ou poder de sedução. E a advertência "Beba com moderação" ganha variações, como "Quem bebe menos, se diverte mais" ou "Não exagere no consumo". As novas restrições estão disponíveis para consulta no site do Conar, acesse aqui.
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Sinceramente, eu não gosto de comentar esse tipo de assunto por aqui, mas não podemos ficar de fora dessa polêmica. O mínimo que temos que fazer quanto publicitários, é ter uma boa opinião formada a respeito, e pelo amor de deus, defendê-la com alguma coerência. Então, veja o que está sendo veiculado em cadeia nacional pela Abap:
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Achei que o apelo é muito pertinente, afinal de contas, não é a publicidade quem deve ser responsabilizada por acidentes, brigas ou qualquer outro transtorno oriundo do excessivo consumo de álcool. Tiro o exemplo do cigarro, que mesmo após a proibição dos seus comerciais, não fez com que o número de fumantes diminuísse.
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Por outro lado, vejam esse filme também da Abap incentivando as marcas a fazerem propaganda. O que me chamou a atenção foi o fato da cerveja ser novamente o centro das atenções. Analisando mais friamente o comercial, veja como é fácil entender o lado do Conar.
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Na mesa têm cinco sujeitos e todos beberão cerveja, provavelmente não ficarão apenas na primeira, e é aí que surge a pergunta: Quem vai dirigir? Cadê o carinha que não bebe para levar os demais em segurança até o conforto do seu lar? Outra pergunta: Isso é uma forma de incentivo, ou seja, de ignogar de certa forma a conduta de não beber e dirigir?
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Para ser bem sincero, eu penso o seguinte: Nesse tipo de queda-de-braço, a propaganda estará sempre em xeque. É por isso que eu defendo tanto os anúncios com bons conceitos. Deve-se pensar nas segundas, terceiras, quartas leituras que uma propaganda gera, mesmo que em estágios subliminares.
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Colegas, há uma possibilidade, ainda que remota, de estarmos caminhando para o fim de uma das profissiões mais antigas do mundo - (estudos mostram uma tabuleta em argila encontrada por arqueólogos, a qual continha inscrições babilônicas, anunciando a venda de gado e alimentos, demonstrando que já se utilizava de algum tipo de publicidade na antiguidade).
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Eu sei que é uma previsão apocalíptica, mas raciocine comigo. Muitos profissionais estão cada vez mais mal pagos, proibem a propaganda de cigarros, querem proibir a de cerveja, todo aquele status dos anos 80 e 90 já não existe mais e pelo que já li por aí, tem projeto oferecendo dinheiro para publicitários trocarem de profissão (detalhes aqui).
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E como se não fosse o bastante, tem até uma ação de anti-propaganda distribuindo adesivos para colar em anúncios. "You don't need it" - (Você não precisa disso), diz o adesivo colado em um painel publicitário, e uma seta vermelha aponta para o produto anunciado. A ação de guerrilha da Anti-Advertising Agency, projeto do artista Steve Lambert, que luta contra a propaganda e sua presença ostensiva. Os adesivos são distribuidos gratuitamente.
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E para finalizar, a questão é: Seria hora de uma revolução?
Ah, esqueci, ninguém faz revolução de barriga cheia, é preciso piorar um pouco mais as coisas.
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Fontes: Blue Bus e Wikipédia

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Um quadrado frustrado

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Hoje o post é meio diferente por aqui, talvez pelo fato de estar voando de Londrina a Cuiabá, onde passei a semana a trabalho e claro, conhecendo alguns ótimos lugares dessa belíssima cidade. A questão é que não tenho nada na ponta da agulha aqui, sem wireless, sem anuários, apenas a minha revista Piauí_19 que servirá de fonte para esse texto e alguns minutos de bateria no meu computador.

Quero contar uma historinha que deveras me fascinou: a invenção da roda, ou melhor, a invenção do círculo. Na verdade, vou fazer uma adaptação da seção “grandes descobertas” e o texto de Gotlib “...e fez-se o círculo” publicado na página 62 da Revista Piauí, edição 19 (Leia artigo aqui). Quem se interessar, a revista é facilmente encontrada em qualquer banca de revistas. (Não se preocupem porque esse post não é pago, rsss). Mas antes de começar, não vá acreditar em tudo o que ler aqui, ok? Então vamos lá.

Poucas pessoas sabem como foi inventado o círculo, eu mesmo só fiquei sabendo após ler a revista, depois pensei: é lógico, sem círculo, nada de roda! Para começar, tem que ficar bem claro uma outra coisa, nos tempos remotos, ditos “pré-históricos”, o círculo não existia, as gravuras rupestres estão aí para provar e os cientistas que as estudaram ficaram redondamente assombrados. Tudo era quadrado, tudo mesmo, daí imagine como seriam as coisas limitadas a esse formato, bola quadrada, as orelhas do Mickey Mouse, chapéu, macarrão, chaminé de caverna, etc.

Foram encontrados inclusive, objetos que datam daquela época e corroboram esse fato, objetos esse que podem ser admirados no Louvre. Se forem até lá, podem pedir para vê-los, mas por favor, não digam que leram isso aqui.

Voltando as formas quadradas, esqueci de citar as pessoas, elas também tinham essa forma, eram totalmente quadradas – me refiro a cabeças troncos e membros. Sem dúvida, isso facilitaria na hora de acomoda-las dentro dos vagões do metrô. Se aquele pessoal não era de fazer rodeios, seus modos, em compensação, eram um tanto quadradões. Imagine só um macho típico puxando a sua fêmea pelos cabelos. (fios quadrados, é claro).

Mas mesmo sem nenhuma grana rolando, viviam bem felizes, exceto por problemas passageiros, tipo a falta de rodas. Só quem não conseguia se habituar àquele estado de coisas era a galinha (o ovo também saia quadrado, e isso era um grande problema). Em suma, embora nem tudo descesse redondo, o quadrilátero familiar até que levava uma vidinha simpática. “Vai que o cubo é teu”.

Algo grande, porém, estava sendo incubado com efeito. Numa humilde escola de aldeia havia um professorzinho querido por todos, pois além da sua dedicação, traçava como ninguém um quadrado na lousa – o gesto era magistral diga-se de passagem.

Mas por detrás de uma aparência absolutamente respeitável, o professorzinho escondia um vergonhoso segredo: assim que voltava a sua cavernosa mansarda, ele jogava-se abjetamente sobre uma garrafa. Em outras palavras, entortava o caneco, se encharcava de álcool, bebia todas e mais um pouco. Até que tudo a sua volta começasse a quadrar.

Foi aí que num belo dia, o nosso simpático professorzinho apareceu para dar aula completamente embriagado. E com voz pastosa deu início à sua aula, desmerecendo assim todo o corpo docente. A mão trêmula, porém, já não lhe obedecia e, na hora de traçar no quadro-negro um dos magníficos quadrados de que tinha o segredo, acidentalmente saiu uma perfeita circunferência. Perái! Vocês viram que estranha figura a embriagues levou o professorzinho a traçar? Pois é, um quadrado frustrado, sem dúvida, mas um círculo perfeito! Nascia o circulo.

Foi uma revolução. A fisionomia do mundo se transformou por inteiro. A partir daí usou-se e abusou-se do círculo. As pessoas não eram mais quadradas, os ovos das galinhas ficaram ovais, o sol, a lua – teve até alguns que gostaram tanto da novidade que fez tabuleiro de xadrez e dados com a surpreendente e inovadora forma.

O círculo penetrou em todas as áreas, nas artes, nas letras, nas ciências, na técnica... etc. E então, somente então, é que foi inventada a roda e muito depois as campanhas da skol.

Moral da história: ______________________________________________________
Você vai dizer, os 5 primeiros que acertarem o que tudo isso tem em comum com a nossa profissão, ganharão um adesivo do Louco não, Publicitário.
Vale enviar via comentário no blog ou pelo e-mail louconaopublicitario@zipmail.com.br

terça-feira, 15 de abril de 2008

Discovery de cara nova

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Como eu tenho certeza que muitos aqui gostam de um bom upgrade em marcas famosas, o case da Globo, comentado aqui há alguns dias, foi um bom exemplo. Muito bem, então aí vai o mais novo trabalho de modernização de um logotipo - e quem resolveu mudar o visual foi o canal por assinatura Discovery Channel.


Ao contrário de muitos trabalhos como esse, tiro como exemplo a própria Globo, Tam e o Big-Lar (Supermercado do meu bairro, rss), a modernização não ficou tão presa a versão anterior.
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Segundo o site Cidade dos Logos, um dos lugares onde busquei informações para alimentar esse post, as principais características da nova marca são uma tipografia mais leve, tanto nas cores quanto no espessura das letras. A palavra “channel” com bem menos destaque, funcionando mais como uma assinatura do que como parte do nome - e o globo junto com a letra "D", para provavelmente ser usado como uma versão mais compacta do símbolo.
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Só estou me perguntando uma coisa: Como será feita a aplicação na tela da televisão? A versão anterior tinha uma excelente leitura, já o novo logo deve desaparecer em fundos brancos.
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>> Quem assina é a Viewpoint Creative, de Chicago.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Nada se cria | 43

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Acho que essa é primeira vez que eu cito um "Nada se cria" envolvendo sites - já comparei desde capas de Playboy, até mídias alternativas, mas site realmente é novidade. Sendo assim, pasmem ao ver a página do Renault Sandero na internet, uma cópia fiel do que foi publicado um anos antes no site do Fiat Punto.
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Reparem que a semelhança não fica apenas na capa das páginas, ao clicar nos detalhes do carro, toda a forma como se apresentam também nos faz pensar: Seria mais uma chupadinha ou simplesmente uma baaaaaaita coincidência?
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E aproveitando que estamos falando desse assunto por aqui, quero destacar uma opinião que li esses dias enquanto visita o blog do Caio Salim: "Supersimples.com.br". No texto "Criação ou imitação?", o autor comenta a dificuldade em se rotular o que é criação do que é uma imitação propriamente dita. "Pensando que temos milhões de sites na internet, campanhas publicitárias, animações, banners e uma infinidades de informações gráficas em todos os tipos de mídias, com certa facilidade aceitamos que 100% de criação se torna algo difícil de alcançar." Comenta Salim.
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Ele ainda acrescenta, em seu post, que é óbvio que o know-how de cada profissional de arte junto ao seu feeling podem acarretar verdadeiros milagres. A necessidade de garimpar a internet, bons livros, e tentar acompanhar várias mídias se torna rotina dos bons profissionais. A criação é algo importante e tem que ser treinada e exercitada, pois a inércia da cópia limita, atrofia e incha fazendo o portfólio crescer em número e não em qualidade.
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Fonte: Day-by-day e Supersimples

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Red Bull te dá aaaaasas!

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Há muito tempo atrás eu comentei neste blog uma ação da Red Bull de extremo mal gosto (reveja aqui). Para quem não se lembra, foi uma ação de oportunidade com o episódio do desmoronamento das obras da linha amarela do metrô de São Paulo.
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Pois bem, hoje eu volto a citar a marca que te dá aaaaasas para falar desse vídeo incrível, onde o atleta Travis Pastrana dá um gole do energético e salta de um avião em pleno vôo. Detalhe: ele está sem pára-quedas. Isso é o que eu chamo de conceito forte.
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Fonte: Aletp
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P.S.: Eu sei que é meio óbvio dizer isso, mas crianças, não tentem fazer isso em casa.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Você escolhe

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Está chegando ao mercado brasileiro uma terceira grande companhia aérea, seu nome? Bem isso ainda não foi definido. Na verdade, aí está a primeira surpresa dessa nova empresa que pretende investir até U$ 3 bilhões no mercado brasileiro nos próximos anos.
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De 27 de março a 14 de abril, está sendo realizado um concurso inédito nesse segmento. Nele, você sugere até cinco nomes para batizar a nova empresa. A primeira pessoa a enviar o nome que eventualmente venha a ser escolhido, receberá um passe vitalício para voar na companhia, e com direito a acompanhante.
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Além disso, as primeiras 1000 pessoas que enviarem o nome que eventualmente venha a ser escolhido também receberão como prêmio, uma viagem de ida-e-volta – igualmente com direito a acompanhante – para qualquer destino operado pela companhia. As regras completas do concurso podem ser vistas no site www.voceescolhe.com.br.
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Mas as sugestões não vão parar por aí, segundo o próprio site da empresa, em breve, os futuros clientes definirão também as rotas, destinos que devem ser servidos, o padrão de serviço de bordo e até mesmo o estilo dos uniformes.
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O interessante de ações como essa é que de cara percebe-se que estamos diante de um novo padrão. As novas empresas que lançam-se no mercado já vêm com seu planejamento estratégico muito bem definido e cada vez mais audacioso. Elas sabem onde pisarão, com quem falarão e o principal: sabem aonde estarão em algumas décadas. Foi-se o tempo em que uma marca nasce minúscula e antes de se pensar em sua 2ª geração, já tem filiais no mundo inteiro.
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O posicionamento de chegar num mercado competitivo e turbulento como o nosso, e antes de qualquer coisa, ouvir, mostra que seu futuro é promissor e acima de tudo comprometido com seu maior patrimônio: o cliente.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Nada se cria | 42

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Não tenho o que comentar, são apenas quatro idéias idênticas e ponto final.

Andifrut Light

Diet Pepsi

Grapette Diet

Parmalat

domingo, 6 de abril de 2008

Não é difícil ser diferente!

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Aí está um belo exemplo de como usar de forma criativa uma cancela de estacionamento. Quem assina o trabalho é a agência Bronx, de Curitiba.
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Eu não queria tocar nesse ponto tão cedo por aqui, mas gosto de expor opiniões logo que as desenvolvo. Sempre converso com colegas publicitários sobre a importância de se explorar uma boa mídia com criatividade.
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Onde eu vivo, minha querida Cuiabá, é muito normal ver mídias como essa da imagem ao lado sem esse tipo de ousadia. Mas não digo por demérito dos nossos criativos e agências, e sim por puro conservadorismo dos clientes ainda reféns da sua pouca experiência em planejamento de marketing.
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Nossa cidade ainda vive uma fase diferente de outras capitais brasileiras - pode até ser igual a grande maioria das demais cidades do país, mas no geral, ainda estamos longe de lançar grandes sacadas e servir como referência a outros mercados mais evoluídos.
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Também me orgulho muito quando deixo de ver as coisas como mato-grossense e passo a ver como brasileiro - isso deve acontecer com vc tb. Quando amplio minha visão, comparando os trabalhos daqui aos padrões europeus e norte-americanos, daí vejo que estou no centro de uma grande escola de propaganda.
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Nos acostumamos a ler e ouvir que a propaganda brasileira é uma das melhores do mundo, que nossos comerciais inspiram diretores de criação dos quatro cantos do planeta. Por isso, quando olho por esse ângulo, tenho certeza que a propaganda feita na minha cidade está no caminho certo, porque ela espelha-se no que comprovadamente está funcionando.
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Amigos, vou transcrever aqui a dica que eu dou a muitas pessoas que escrevem para mim em busca de alguma perspectiva: Acredite no mercado onde você trabalha - ele é muito mais promissor do que você imagina. Esqueça esse papo de que não há boa propaganda no lugar onde você se formou. Ora bolas! Se não há idéias por aí, é um legítimo sinal que você tem uma puta oportunidade de ser o primeiro a marcar seu nome na história da sua cidade. Não é difícil ser diferente!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Wonderbra: Linha de segurança

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Os anúncios da marca de sutiã Wonderbra são sempre muito bem humorados e recheados de sarcasmo. Você já viu aqui no blog alguns posts citando a marca canadense que não poupa criatividade para divulgar seu conceito, relembre clicando aqui, aqui e aqui.

No caso de hoje, a sacada foi na mídia (nada convencional, diga-se de passagem), e apenas aplicando a marca numa linha amarela um pouco mais afastada da linha de segurança do metrô, todo conceito foi muito bem transmitido.
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Reparem que as duas mulheres na foto obedecem a segunda linha, será que elas estão usando o sutiã com enchimento da Wonderbra? rsss...
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A agência autora dessa pérola é a sempre inovadora Euro RSCG, de Singapura.

E já que o assunto é esse, assista também esses filmes da mesma marca de sutiã, todos muito diferentes.







quarta-feira, 2 de abril de 2008

Mais polêmico do que criativo | 11

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Continuando a série de propagandas polêmicas, a pauta de hoje traz esse impresso da marca americana de Jeans Jordache publicado no respeitado The New York Post. A peça mostra a alemã Heidi Klum em frente a um espelho fazendo top less. Podemos dizer que até aí está tudo bem, mas o curioso e o grande cerne da polêmica está nos mamilos, ou melhor, ausência deles. Veja você mesmo:


Muitas pessoas criticaram o trabalho por deduzir que a imagem poderia ser prejudicial as crianças. O mais despótico foi o site especializado em publicidade Adrants, que publicou sua posição dizendo as crianças que virem o anúncio estão propensas a ter problemas psicológicos . Para o site, um boa parte delas foi amamentada nos seus primeiros anos e sabe que seios têm mamilos.
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"Imagine o horror que esse anúncio da Jordache pode causar quando, de repente, as crianças forem introduzidas a essa noção torta que o mamilo feminino é um mito e que mulheres adultas não os têm", explicou o Adrants.

Nada se cria | 41

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Vou dar uma dica a quem está criando para alguma marca de cerveja: Que tal fazer um anúncio com uma marquinha de bronzeado na cerveja? Será que alguém já pensou nisso antes?

>>Adelscott
>>Borsodi
>>Corona Extra
>>Estrela Damm

>>Heineken

terça-feira, 1 de abril de 2008

Nike agora no Vietnã

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Esse anúncio ao lado foi criado pela agência Grey Group para a americana Nike. A peça refere-se a chegada da marca de materiais esportivos ao Vietnã (na assinatura lê-se: "Now in Vietnan" - Agora no Vietnã).
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O anúncio faz uma analogia a bandeira daquele país (que também remete ao ícone de sua principal concorrente e líder de mercado naquele país - a Allstar). Dentro da minha percepção, isso não passa de um pífio trabalho de publicidade, recheado do que eu costumo chamar de criatividade barata.
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E para quem não conhece, essa figura logo abaixo é a bandeira da República Democrática do Vietname, ou se preferir, Vietnã do Norte.