domingo, 31 de maio de 2009

Parabéns Cuiabá!

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Foram meses de espera – para não dizer agonia. Tudo começou com o esperado anúncio da FIFA, e sem concorrentes – a não ser nós mesmos – Joseph Blatter revela ao mundo o conteúdo daquele envelope azul-marinho: “Brazil”.

Sim, após 62 anos, 5 estrelas na camisa, 10 fracassos, algumas seleções francesas pelo caminho e João Havelange sendo o mandachuva da entidade máxima por 24 anos, o Brasil recebeu a notícia que sediará novamente o mais importante campeonato de futebol do mundo. É, de fato vale citar o oportuno clichê: a Copa do Mundo é nossa.

Depois de um formato bem estranho de corrente positiva que fizemos, veio o esperado anúncio e o país ironicamente se dividiu. 17 cidades queriam ver a Copa da arquibancada, 12 vagas estavam em aberto, - para nós, mato-grossenses e sul-mato-grossenses, a conta era ainda mais simples: duas capitais para uma vaguinha (veja). A tal Copa do Pantanal seria em Cuiabá ou Campo Grande e ponto final. E foi então que uma rivalidade que dura desde a divisão física do estado em 1979, voltou a tona e ganhou ares de guerra publicitária.

Os governos dos dois estados entraram na briga e queriam a Copa a qualquer custo. Teve folder ofensivo, camisetas para todos os gostos, outdoors, adesivos e muita cara pintada para mostrar qual era a vontade do grande público. Eu cheguei até a comentar aqui no blog uma polêmica enquete que o site Lance.net realizou (reveja aqui). Querendo antecipar quem ganharia a disputa, as duas capitais se mobilizaram e deram um espetáculo a parte naquele sítio – foi até engraçado de ver cidades com menos de 600 mil habitantes receberem mais de 6 milhões de votos cada uma.

E eis que finalmente chegamos ao dia 31 de maio de 2009, a tão esperada data em que as 12 cidades-sede seriam anunciadas em um evento da FIFA nas Bahamas. A voz cheia de sotaque do orador pronunciava pausadamente os nomes em ordem alfabética: Belo Horizonte, Brasília, e, e, e... Cuiabá!!! Yes, we can!

Quero dizer a todos os meus conterrâneos que hoje este blog está em festa, por isso, a música “É uma partida de futebol”, do Skank, ficará disponível aqui para nos lembrar que o tapete da realeza é verde. Assim como o Rio é a Cidade Maravilhosa, Cuiabá é conhecida como a Cidade Verde.

Aos campo-grandenses, registro meus parabéns pelo belo gesto de união. Não custa lembrar que a partir de agora voltamos a ser um só. Chegou a hora de mostrar ao mundo o nosso maravilhoso e único Pantanal, seja ele do norte ou do sul.

:: Entenda um pouco mais da história que gerou a rivalidade entre Cuiabá e Campo Grande lendo o excelente artigo do jornalista Onofre Ribeiro (aqui).

É Uma Partida de Futebol - Brasil x Argentina no Mineirão

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Filme com publicitário: Quase Virgem

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Companheiro, pela primeira vez na história dessa categoria comento um filme com publicitário que me faça sentir um certo receio, eu explico. “Quase Virgem” é mais uma daquelas comédias toscas com adolescentes mimados que procuram sexo a todo custo. Até aí tudo bem, a Sessão da Tarde está repleta dessa maldição, mas o problema está na profissão do personagem principal Ed Waxman (Brendan Fehr), ele é publicitário.

Ed é um obcecado colecionador de vídeos caseiros que trabalha numa descolada agência de propaganda, e pelo visto, os prêmios em sua área são rotineiros. Após flagrar sua namorada filmar enquanto transa com seu melhor amigo, Ed entra em depressão e promete jamais tocar em uma filmadora. Desgostoso com a vida, o jovem publicitário fica um ano sem sair com garotas e acaba deixando essa fase ruim prejudicar seu trabalho – os layouts apresentados por seu chefe são hilários. Prestes a ser demitido no dia do seu aniversário, ele tem um fim de semana para criar uma campanha genial que devolva uma grande conta que a agência acabara de perder. Eis que seu irmão mulherengo o convence a aproveitar o fim de semana especial de outra forma: conseguir uma transa a qualquer custo.

É até difícil fazer uma análise do perfil do publicitário no filme, porém, assisti essa merda duas vezes e cataloguei alguns adjetivos que expressam bem a personalidade do protagonista. Ed, assim como muitos publicitários que conheço, tem um dom natural para criar, não dá tanto valor assim a prêmios e tem uma forma incomum de ver a vida. Quando ele é atropelado pela futura ex-namorada, a moça diz: “Atropelei um retardado!” Já para seu chefe, Ed é um fera, um dínamo que não concorda quando todos da sala bajulam o cliente, ainda que ninguém goste da campanha apresentada.

Um diálogo entre Ed e seu dupla me chamou a atenção, e como sempre faço, o transcrevo aqui.
“-Você acha mesmo que este comercial vai ajudar nosso cliente a vender mais?
- Essa pergunta se classifica como: estou me lixando! O cliente queria esse slogan idiota e o dinheiro é dele.
- Mas estamos aqui para ajudá-los a vender e não para apenas concordar com tudo.
- Nossa agência não suportaria perder essa conta.”

Para um cara que não liga para o próprio aniversário, que precisa ser lembrado que a arte imita a vida e que toma antiácidos quando as coisas não vão bem, Ed se sai um bom apresentador de ideias – para alguns, isso já é o suficiente. E é assim que o filme tem seu esperado happy end. Um comercial muito, mas muito ruim tem ares de genial por usar as cenas que Ed registrou a vida inteira. A agência ganhou a conta da grande empresa de seguros, Ed ganhou seu emprego de volta e ainda por cima transou com sua vizinha sarada. De fato, a arte imita a vida - ou vice-versa - mas por Deus, não leve isso tão a sério!

Elenco:
Brendan Fehr | Ed Waxman
Chris Klein | Cooper
Chandra West | Kim
Craig Fairbrass | Frank Silver
Paul Campbell | Roger
Cobie Smulders | Ellen
Andy Thompson | Oficial Garcia
Nicole McKay | Cathy
Alejandro Rae | Jack
Roger Haskett | Pai de Ed
Kristina Copeland | Mãe de Ed
Angelika Libera | Jo
Evangeline Lilly | Simone
Mike Dopud | Sargento Mahoney
Chelan Simmons | Susie
Dustin Milligan | Ed Waxman - 14/15 anos
Rudy Novak | Ed Waxman - 10 anos
Dylan Lamoureux | Ed Waxman - 5 anos
Dakota Morton | Cooper - 16 anos
Stephen Park | Médico

Título original: The Long Weekend
Direção: Pat Holden
Gênero: Comédia
Origem: EUA | Inglaterra | Canadá
Ano: 2005
Duração: 85 minutos
Estúdio: Gold Circle Films | Vin Di Bona Productions | Brightlight Pictures Inc. | Point Blank Pictures
Trailer: clique aqui
Site: clique aqui

:: Nota do blogueiro: 5.8
Por quê? O filme é bobo. Ainda que o critério das notas seja a relevância que a nossa profissão tenha no roteiro, o texto de “Quase Virgem” tem piadas ruins e cenas desengonçadas. Fico imaginando as pessoas que não conhecem o universo de uma agência de publicidade, elas assistem ao filme e pensam que somos um bando de babacas puxa-sacos de clientes egocêntricos.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Muito mais resistência para a sua madeira

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É uma forma interessante de se vender verniz, de qualquer forma deve funcionar. No texto lê-se: Sparlack Varnish. Much more resistance to your wood | "Verniz Sparlack. Muito mais resistência para a sua madeira." A agência que assina mais essa pérola é a paulistana Longplay.



As aventuras de Mário, o publicitário

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Nada se cria | 93

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Kilroy Travels
“Go there before it’s too late.” - Vá lá antes que seja tarde demais.
Agência: Saatchi & Saatchi Copenhagen
País: Dinamarca
Ano: 2005

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WWF
“The future is man made.” - O futuro é o homem quem faz.
Agência: Leo Burnett
País: Austrália
Ano: 2006

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Fumar mata

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Nessa segunda-feira de sol forte em Cuiabá, este blogueiro não tem absolutamente nada para postar, além é claro, destes dois filmes que encontrei por acaso na internet. A mensagem é uma só: fumar mata. Até terça.



sexta-feira, 22 de maio de 2009

Filme com publicitário: Nação Fast Food

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Se eu tivesse que indicar um filme a alguém que gosta de bons filmes, com certeza diria: assista a “Nação Fast Food”. Não digo isso apenas porque a obra dirigida por Richard Linklater tem o marketing como centro das atenções, me refiro ao mesmo tapa na cara que o bom filme alemão “Edukators - Os Educadores” deu no mundo ocidental.

“Nação Fast Food” tem um publicitário/marqueteiro como personagem principal, digo isso porque, para mim, marqueteiro e publicitário têm absolutamente a mesma missão. No filme, Don Anderson (Greg Kinnear) é um brilhante Diretor de Marketing do Mickey´s, uma rede de lanchonetes fast food dos Estados Unidos. O que não faltam são críticas do filme na internet – e recomendo que leia algumas – mesmo que você não concorde necessariamente com elas.

Após uma reunião da equipe de marketing para definir o slogan de um novo sucesso de vendas da empresa, Don vai até a cidade de Cody, Colorado para investigar a presença de estrume nos hambúrgueres congelados do “Big One” (O Grandão), - principal sanduíche da marca. Um diálogo que se destaca é entre Don e Harry (Bruce Willis), que diz ao publicitário que basta fritar bem a carne para não ter maiores problemas. Outra questão pertinente é a comparação que ele faz ao perguntar se Detroit deveria parar de fabricar carros porque 40 mil pessoas morrem todos os anos em acidentes de trânsito.

Alguns classificaram o roteiro como sendo um mero repeteco da surrada ladainha contra o "sistema". Eu sinceramente acho que não, ainda que concorde que ideais revolucionários tornaram-se bens de consumo. Muitos detalhes que movimentam toda essa indústria me fez refletir sobre o verdadeiro papel da publicidade. Detalhes como o cheiro artificial de churrasco que é testado para um novo produto, a facilidade que o laboratório tem para reproduzir o gosto do limão e a 1ª aula de marketing que Don dá a sua esposa: “nunca mate seu consumidor”.

A propósito, Don é muito bem classificado ao longo do filme. O publicitário, além de ser um bom pai, é um cara inteligente, genial e que não leva a culpa pelo que sua empresa representa. Pensando bem, é a sua própria empresa que tenta resolver o problema dos coliformes fecais na carne, ainda que seu chefe tema por um grande escândalo, o filme passa a ideia que os capitalistas do Mickey´s não são os únicos culpados. Também não é fácil achar apenas um culpado numa indústria que movimenta 110 bilhões de dólares anuais nos Estados Unidos.

Já o Frigorífico Uniglobe, que fornece a carne para o “Grandão” explora uma mão-de-obra barata, eles só querem os centavos a mais, como diz um fazendeiro em certo momento. O lucro é tudo que importa, mesmo que tenham que contratar mexicanos que entram ilegalmente no país. No filme, o termo "fast food" consegue ir além da indústria alimentícia, é todo o processo que emprega pessoas como robôs. É a recepcionista do hotel incapaz de ouvir, repetindo exaustivamente as mesmas frases prontas.

O filme ainda coloca a posição dos jovens “revolucionários”. Um grupo de adolescentes – uma delas é funcionária do Mickey´s – tenta mostrar a sociedade consumista local os maus tratos que os animais sofrem para alimentar a indústria fast food. Ainda que a intenção seja a melhor possível, a única conclusão que cheguei foi: ninguém faz revolução de barriga cheia.

Elenco:
Greg Kinnear | Don Henderson
Bruce Willis | Harry
Patricia Arquette | Cindy
Paul Dano | Brian
Luis Guzmán | Benny
Ethan Hawke | Pete
Kris Kristofferson | Rudy
Avril Lavigne | Alice
Catalina Sandino Moreno | Sylvia
Lou Taylor Pucci | Paco
Erinn Allison | Shannon
Mitch Baker | Dave
Bobby Cannavale | Mike
Michael D. Conway | Phil
Frank Ertl | Jack Deavers
Aaron Himelstein | Andrew
Ashley Johnson | Amber
Cherami Leigh | Kim
Jason McDonald | Riley
Esai Morales | Tony
Hugo Perez | Francisco
Glen Powell Jr. | Steve
Francisco Rosales | Jorge
Ana Claudia Talancón | Coco
Wilmer Valderrama | Raul

Título original: Fast Food Nation
Direção: Richard Linklater
Gênero: Drama
Origem: Estados Unidos
Ano: 2006
Duração: 114 minutos
Estúdio: BBC Films | HanWay Films | Participant Productions | Recorded Picture Company
Trailer: clique aqui
Site: clique aqui

:: Nota do blogueiro: 9.2
Por quê? Para um “feel-bad movie”, o filme é tão incômodo quanto bem construído. Ficção e realidade se misturam ao melhor estilo Michael Moore de encarar os donos do mundo. É um filme que tenta colocar as pessoas a par do que está acontecendo, ainda que muitos o assistam, fiquem indignados, sintam um pouco de culpa e depois trocam de canal para saber o que está passando na Warner Channel. Ainda temos aqueles mais empolgados que até escrevem um post a respeito, mas a verdade é uma só: ninguém faz revolução de barriga cheia.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Propagandas que embalaram minha infância: Brahma Chopp

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Este não foi o único filme da Brahma daquela época, mas vou focar nele por ter sido o que mais me marcou. O ano era 1994 e o país parava para torcer pelos 11 comandados do técnico Carlos Alberto Parreira na Copa do Mundo nos Estados Unidos. Lembro inclusive da chegada dos tetracampeões após o título, onde o avião em que eles estavam era escoltado por caças da Força Aérea Brasileira – quanta veneração a um esporte de origens bretanhas! E no meio de todo esse carnaval, uma marca de cerveja não poderia deixar de aproveitar o vácuo para vender ainda mais cerveja. Foi o que fez a Brahma Chopp, a cerveja número 1! (depois da líder de mercado Antárctica).

O filme assinado pela Fischer América marcava pelo ritmo sincronizado da torcida e jogadores em campo e Romário, sempre ele, puxava o time de estrelas. Obviamente, naquele mundo distante, destacar-se era muito diferente do que é hoje. Aquele mesmo esforço de comunicação feito há 15 anos não faria nem cócegas na publicidade em que vivemos hoje. Em 1994 , o apelo do dedo indicador pedindo mais uma cerveja simplesmente fez com que a Brahma ultrapassasse a Antárctica na liderança de mercado. De qualquer forma, sempre vale pela oportunidade – e para muitos, é isso que realmente importa.

O jingle era mais ou menos assim:

"Vai Brasil, dá um show, mete a bola na rede...
e mata a minha sede de gols...
(mais um, mais um!!!)
Vamos lá seleção, enche o meu coração...
quero ser o Tetracampeão...
(mais um, mais um!!!)
É sentir o prazer, o sabor de querer...
de ser campeão...
(mais um!!!)
A Copa é a pátria de chuteira nos pés e cerveja na mão... Vamos lá Seleção!
Levantar o dedo e gritar: Brasil!
Você é o Número 1!
Torcendo para a nossa seleção...
que fez de novo o Brasil...
o número 1!!!"

Eu já disse isso no post dos chinelos Rider, mas não custar reforçar. Para quem gosta de futebol, o livro “Uma bela Jogada - 20 anos de marketing esportivo” relata um pouco da história recente do nosso futebol. A obra também mostra como entender a indústria do esporte e lança um novo modelo de gestão baseado no profissionalismo. Também é válido conferir o outro bom livro “Pátria, chuteiras e propaganda”, de Edison Gastaldo, que traz cases fantásticos sobre essa época de ouro de nossa propaganda, incluindo, é claro, a maior paixão dos brasileiros.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

As aventuras de Mário, o publicitário

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Nada se cria | 92

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Reparem que as duas peças foram montadas sobre a mesma imagem, alterando apenas alguns detalhes de cor e saturação. Isso cria sérias dúvidas sobre a originalidade do trabalho mais recente.


Anúncio à esquerda:
Dubai Autism Center
Agência: Bates Pangulf
País: Emirados Árabes Unidos
Ano: 2005

Anúncio à direita:
-
Agência: Artmaster Kiev
País: Ucrânia
Ano: 2006

terça-feira, 19 de maio de 2009

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Taxista devolve mala com R$ 70 mil e, graças a dois publicitários, recebe o mesmo valor em doações

Abre aspas para destacar os nobres gestos de três pessoas: um taxista e dois publicitários. Após perceber que um casal de passageiros esqueceu uma mala com 130 mil pesos – pouco mais de 72 mil reais –, o taxista argentino Santiago Gori, de 49 anos, não pensou duas vezes e devolveu toda a quantia aos verdadeiros donos. Passado o ocorrido, o caso ganhou algum destaque na imprensa daquele país e foi então que os publicitários Nicolas Diaco e Ezequiel De Luca tiveram uma brilhante ideia.

Juntos criaram site Devolvelelaguitaaltaxista.com que tinha por objetivo arrecadar a mesma quantia devolvida pelo honesto taxista. De camisa de seleção de futebol até pneus novos para o carro, a campanha foi um sucesso e a página recebeu 55 mil visitas. “Sabíamos que a ideia poderia seduzir porque permitia que as pessoas expressassem o que sentiam”, afirmou Nicolas Diaco, de 24 anos. “Só não esperávamos algo tão massivo”, completou.

Mais polêmico do que criativo | 23

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Quando eu publico peças polêmicas nessa seção, normalmente não há nada de muito genial – até por isso a categoria tem esse nome – mas dessa vez, mesmo que a peça tenha causado problemas ao anunciante, não achei que trata-se de um trabalho ruim. Vou ainda mais longe, e até tomo partido dizendo que achei babaquice condenarem estes impressos da marca de iogurte Itambé Fit Light. A meu ver, a brincadeira é sadia e não ofende as gordinhas - a Dove e até Roberto Carlos já homenagearam as mais rechonchudas em outras ocasiões.

Porém, a frase "Esqueça, o gosto dos homens nunca vai mudar" sob as imagens de Marilyn Monroe e outros ícones engordados geraram reclamações e a Itambé teve que se explicar. A marca chegou a dizer que as peças não tinham sido aprovadas, tendo sido veiculadas sem sua prévia autorização. O que foi publicado oficialmente é que a agência responsável queria apenas ganhar alguns prêmios com a ideia.





domingo, 17 de maio de 2009

Nós sabemos o que uma espinha pode fazer com você.

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Bela campanha da DM9DDD para a Derma Master - ainda que não seja a maneira mais criativa de falar com adolescentes.




sexta-feira, 15 de maio de 2009

Filme com publicitário: Do que as mulheres gostam

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No último final de semana eu fui à CVC - Cuiabá Vídeo Center -, uma grande locadora de filmes que eu já odiei, mas hoje torço para que ela sobreviva à era dos filmes de camelô, e no que depender de mim, ela terá vida eterna.

Após entrar na loja, parei em frente às duas únicas pessoas que habitavam o local – ambas atendentes – e saquei minha pequena lista de filmes com publicitários. Disse a um deles:
- Amigo, quais desses filmes você tem ai?

O taciturno funcionário com cara de poucas ideias me pediu a lista com 20 e poucos filmes e começou uma pesquisa em seu computador. Enquanto ele ticava os títulos que podiam ser encontrados em alguma daquelas prateleiras, fiquei refletindo como o movimento das locadoras mudou drasticamente nos últimos anos. “Elas acabarão, mais cedo ou mais tarde elas inevitavelmente fecharão as portas. Ninguém deterá a maldita indústria da pirataria”, pensava enquanto analisava um estranho efeito de Photoshop aplicado em um banner que estava ao meu lado.

Retornando ao diálogo, o rapaz me disse que possuia 12 filmes daquela lista. Eu respondi que levaria metade deles naquele sábado e a outra meia dúzia no fim de semana seguinte. Consegui um bom desconto, me esquivei de todos os “pacotes de locações” e fui embora feliz da vida com todo aquele material bruto para escrever os próximos seis posts dessa categoria. Sendo assim, vamos ao quarto filme da série.

“Do que as mulheres gostam” é um filme que lembra muito o já postado "Se Eu Fosse Você". Assim como no filme brasileiro, a conta de um anunciante que fala para o público feminino é o centro das atenções de uma grande agência de propaganda. E assim como o filme que troca as personalidade dos personagens centrais, a produção estrelada por Mel Gibson tem um fenômeno muito estranho que ajuda o publicitário a entrar no desconhecido universo feminino.

Após escorregar e cair no banheiro de seu apartamento, o renomado publicitário Nick Marshall (Mel Gibson) passa a ouvir o pensamento das mulheres – inclusive sua nova chefe, Darcy Maguire (Helen Hunt). Obviamente, Nick aproveita suas novas habilidades para encontrar a resposta que nem Freud conseguiu: Do que as mulheres gostam? E de repente, aquele cara que era acostumado a criar grandes campanhas para marcas de uísque, carros e cigarros, vê-se diante de um enorme desafio: criar a nova campanha para a linha feminina de tênis da Nike.

O filme passa muitos recados a nós publicitários, alguns bem óbvios, outros nem tanto. Numa das falas, o chefe de Nick reflete sobre as mudanças na publicidade nas últimas três décadas. “Os 80 foram nossos anos de glória, era tudo álcool, tabaco e carros, me senti o maioral. Nos anos 90 os homens paravam de dizer como o dinheiro seria gasto e perdemos o rumo. As mulheres entre 16 e 24 anos são um dos grupos de consumidores que mais cresce. Elas são alvo da maior parte da verba aplicada em propaganda (...) Enquanto fazíamos comerciais de cerveja com suecas de biquíni, a indústria se transformou. O mundo é das mulheres e você nada sabe da alma feminina.” Em um momento do filme Nick ainda diz algo como: “Tem muito estrogênio na tevê hoje em dia.”

Em “Do que as mulheres gostam”, o publicitário brilhante é visto como um gênio abençoado, que acorda tarde e bebe vinho caro para criar. Ele tem uma educação totalmente fora dos padrões normais da sociedade e ouve muito, mas não escuta muito bem. É um cara que não lembra da idade da filha adolescente, casa-se com a mesma frequência que vai ao cinema e dança ao estilo Fred Astaire enquanto ouve Frank Sinatra. Publicitário se acha o máximo e, se preciso, não acha difícil bajular um Diretor de Criação.

Elenco:
Mel Gibson | Nick Marshall
Helen Hunt | Darcy Maguire
Marisa Tomei | Lola
Bette Midler | Dra. J. M. Perkins
Lauren Holly | Gigi
Ashley Johnson | Alexandra Marshall
Mark Feuerstein | Morgan
Valerie Perrine | Margo
Alan Alda | Dan Wanamaker
Logan Lerman | Jovem Nick Marshall
Eric Balfour | Cameron

Título original: What Women Want
Direção: Nancy Meyers
Gênero: Comédia
Origem: Estados Unidos
Ano: 2000
Duração: 120 minutos
Estúdio: Paramount Pictures | Icon Entertainment International | Wind Dancer Productions
Trailer: clique aqui
Site: clique aqui

:: Nota do blogueiro: 8.9
Por quê? O filme mostra o cotidiano de uma grande agência de Chicago. Fala de egos inflados, de processos criativos com jogos de palavras e do que não fazer em uma reunião de “tempestade de ideias”. A trilha sonora agrada do começo ao fim. Se fosse para sintetizar tudo em uma frase, diria que, pelos dois grandes motivos, vale a pena pagar os 5 reais pela locação do filme original.

Este Filme com publicitário foi dica do leitor Thiago Akira Ogura.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

As aventuras de Mário, o publicitário

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Nada se cria | 91

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Natwest
Agência: M&C Saatchi London
País: Reino Unido
Ano: 2003


Água Mineral Vittel
Agência: Ogilvy & Mather Paris
País: França
Ano: 2009

terça-feira, 12 de maio de 2009

Vanish: Hambúrguer (Nada se cria) | 90

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Eu diria que o anúncio vale só pela aventura visual, mas a peça criada pela agência Euro RSCG Varsóvia, Polônia vai além e mostra de maneira criativa todo o benefício desse poderoso produto. Porém, a grande questão ainda é: o anúncio foi feito para vender tira-manchas ou ganhar prêmios? Nada impede que a peça consiga as duas coisas simultaneamente, mas a primeira vista, torna-se quase impossível não imaginar que a primeira opção teve mais peso durante a criação.
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:: Atualizado

Eu sabia, eu sabia! São uns canalhas!!! Postei hoje cedo e a tarde descobri que a ideia acima não era tão original assim, veja abaixo a peça que encontrei. O anúncio é da marca de detergentes Tide laundry criada em 2005 pela Conill Saatchi & Saatchi, de Nova Iorque. Esqueça (quase) tudo o que eu comentei acima.
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segunda-feira, 11 de maio de 2009

Terra notícias. Seja o (segundo) terceiro a saber.

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Esta campanha foi comentada em vários blogs como esse aqui. Porém, eu resolvi também publicar as peças do serviço de notícias do portal Terra para acrescentar alguns detalhes. Primeiro, por que diabos utilizaram duas imagens de presidentes dos Estados Unidos? Basicamente, as duas peças dizem a mesma coisa. Será que os caras da DM9DDB não poderiam aproveitar essa bela sacada criativa para abordar outros assuntos? É o que eu costumo chamar de ideia ainda verde que foi colhida do pé por causa do prazo apertado. Uma boa campanha deve ser completa, jamais inchada.

Segundo detalhe - você pode até me chamar de chato se quiser, - eu olhei bem para o título do anúncio e deduzi que ele está errado. Quem lê o anúncio não é o segundo a saber, na verdade, quem está lendo é o terceiro. Pense comigo. O primeiro é quem fala para Obama/Lama/Bush, que logicamente torna-se o segundo a saber, e só então o terceiro a tomar conhecimento da notícia é o leitor do anúncio. Não tem uma certa lógica?

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sexta-feira, 8 de maio de 2009

Filme com publicitário: Por um fio

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Como li em uma crítica por aí, esse é um típico filme que muitos não gostam. Para nós, publicitários, a história de 'Stu' Shepard (Colin Farrell) é bem mais atraente. Stu é um publicitário incrivelmente excêntrico, pouco confiável e mal-sucedido que trabalha na Meca do consumismo: Manhattan. Veja bem, quando eu digo consumismo, refiro-me a desejo, nunca necessidade – para alguns é a mesma coisa. Por inúmeras razões escolhi o filme “Por um fio”, do diretor Joel Schumacher, para se juntar à nossa galeria de filmes com publicitários, e como não poderia deixar de dizer, recomendo que assistam.

Ao atender um telefone público, o publicitário se vê em uma verdadeira armadilha: do outro lado da linha ele é avisado que levará um tiro caso desligue o telefone ou saia da cabine. E apesar do roteiro parecer simples demais, o filme tem conteúdo. Em muitas falas, os raciocínios dos personagens nos ajudam a entender as consequências de nossa profissão. Claro que você deve assistir ao filme com a mente aberta, só assim entenderá frases que parecem meros clichês. Confiança não faz parte do jogo, por exemplo.

Um trecho especialmente me chamou a atenção, e o transcrevo na sequência para mostrar como é visto um cara como Stu. “Eu nunca fiz nada pra ninguém que não fizesse nada por mim. Eu tenho um assistente ambicioso, e eu vivo prometendo que vou pagá-lo, mesmo assim ele só está comigo porque me admira. Não seja publicitário, você é bom demais para isso. / Eu minto pessoalmente e por telefone. Eu minto para os meus amigos e eu minto para os jornais e revistas que vendem minhas mentiras para outras pessoas. Eu sou apenas parte de um grande ciclo de mentiras – eu deveria ser um Presidente. / Eu só uso essa roupa italiana, mas por baixo eu me sinto sujo. Na verdade, eu acho que eu preciso dessas roupas e desse relógio tão falsificado quanto eu. Eu desprezo aquilo que eu mais deveria prezar, mas prezo essa merda.” Dentre várias outras classificações, o filme coloca os publicitários como sendo pessoas patéticas, que falam de si mesmo na 3ª pessoa. Um publicitário exemplar não consegue parar de mentir. Publicitários são pessoas que não perdem tempo com pessoas que não valem nada pra ele.

Rodado em apenas 12 dias no subúrbio de Los Angeles, “Por um fio” chegou a ser cotado a ter os atores Jim Carrey e Will Smith como protagonistas. Inicialmente, a previsão era que o filme chegasse aos cinemas estadunidenses em 15 de novembro de 2002, mas devido aos ataques de um franco-atirador em Washington, ocorridos na mesma época, a 20th Century Fox decidiu por adiar o lançamento do filme para 2003.

Elenco:
Colin Farrell | Stu Shepard
Kiefer Sutherland | Franco-atirador
Forest Whitaker | Capitão Ed Ramey
Radha Mitchell | Kelly Shepard
Katie Holmes | Pamela McFadden
Paula Jai Parker | Felicia
Arian Waring Ash | Corky
Tia Texada | Asia
John Enos III | Leon
Richard T. Cole | Sargento Cole
Keith Nobbs | Adam

Título original: Phone Booth
Direção: Joel Schumacher
Gênero: Suspense
Origem: Estados Unidos
Ano: 2002
Duração: 81 minutos
Estúdio: Fox 2000 Pictures | Zucker/Netter
Trailer: Clique aqui
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:: Nota do blogueiro: 8.7
Por quê?
Faz pensar, ainda que a realidade de um publicitário de Nova Iorque seja bem diferente do que assistimos por aqui. O final também faz valer a pena pela boa metáfora: se um telefone toca, ele deve ser atendido. Concluindo, é um bom filme.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Mais polêmico do que criativo | 22

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É sempre complicado falar de propaganda quando uma outra grande paixão está envolvida, no caso, o futebol. Obviamente, esse são-paulino fanático que vos escreve não ficou nada feliz com a eliminação do Tricolor pelo Corinthians na semi-final do Campeonato Paulista. E ainda que esse singelo torneio de província não tenha nenhuma relevância para nós, perder para um arqui-rival nunca é legal. De qualquer forma, a “grande” decisão do campeonato foi assunto no fim de semana, e a segunda-feira gerou as famosas gozações dos torcedores.

Sempre exalto que são essas chacotas quem dão a verdadeira graça ao futebol. E foi na famosa segunda-feira que a Nike – fornecedora de materiais esportivos do time que acabou de sair da segunda divisão - aproveitou a recente conquista do título paulista para publicar anúncios publicitários homenageando o time da/de marginal. Um desses anúncios tem a imagem de um peixe enrolado num jornal que estampa a notícia do título paulista. Para quem não sabe, o peixe é o mascote do Santos Futebol Clube.

Criado pela F/Nazca, o anúncio gerou mal-estar em Santos e os dirigentes prometeram boicotar a marca estadunidense. A agremiação chegou até divulgar um comunicado oficial pedindo aos seus torcedores que não comprem mais produtos da Nike em hipótese alguma. Avisou ainda que levará aos dirigentes da empresa nos Estados Unidos a forma desrespeitosa como o clube foi tratado no anúncio.

Segundo o Blog do Torcedor do Santos na Globo.com, na última terça-feira, dia 5 de maio, após receber milhares de mensagens de santistas indignados, a Nike tirou a imagem do anúncio do seu site oficial (retirou a foto ofensiva, mas negou-se a se retratar, como foi pedido pela superintendência do Santos em São Paulo).

Exagero? Falta de espírito esportivo? Apelação? Covardia? Cada um entende de uma forma e tenta vender isso como a verdade absoluta. No blog Serrano & Cia você pode ler alguns desses protestos mais exaltados, e é exatamente por isso o futebol é tão apaixonante e gera esse tipo de discussão. Particularmente eu não vejo nenhum problema, nem entre torcedores, nem na publicidade. Acho babaquice o Santos pedir esse tipo de coisa aos torcedores.

A Nike, assim como a Umbro, - que tem parceria com o Santos - a Adidas, Reebok, etc, estão no futebol, vivem o futebol, falam para torcedores aficionados por futebol. Mesmo que o esporte tenha se tornado uma indústria bilionária, essas marcas têm mais é que entrar no clima sadio da provocação, ser um personagem a mais. O melhor troco que o Santos pode dar a esse anúncio é ganhar o campeonato do ano que vem e publicar uma resposta a altura.

Enquanto o troco não vem nos gramados, uma outra resposta foi dada pelo alvi-negro praiano. Trata-se de um anúncio, bem porco diga-se de passagem, - também não sei dizer se é oficial - onde são citados os principais vice-campeonatos do Santos. A peça ainda lembra que o peixe jamais foi rebaixado. (Veja aqui). De qualquer forma, valeu muito a pena pelo enorme destaque que o ocorrido teve na imprensa.

P.s.: Na imagem deste post, para deixar a peça um pouco mais bonita, eu usei um efeito que encobriu o logotipo do Corinthians que assina o anúncio. Espero que os amigos corintianos não se importem, rs. Clique aqui para ver a peça original.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Propagandas que embalaram minha infância: Gordinhos da Embratel

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Na época, eu lembro que não gostava muito das propagandas com os garotos DDD da Embratel – eu achava aquilo tudo excessivamente cansativo – mas não posso negar que tratam-se de comerciais que marcaram época na propaganda brasileira. Lembro inclusive desse comercial da Folha de São Paulo que utilizou-se dos gordinhos pentelhos. Era um fenômeno, não sei bem o porquê, mas aquilo vendia.

Criados pela W/Brasil no final dos anos 90, os comerciais tinham um jingle enjoativo que impregnava em quem o ouvisse. Os garotinhos viraram celebridades e a Embratel abria as portas para o que hoje é uma guerra entre operadoras de telefonia fixa e móvel. Eram os filhotes do que hoje conhecemos como virais. A pergunta do garotinho ao Jô representa bem o sucesso estrondoso dessa campanha: “Ow Jô, quando você criança você também era um 'D'”?

terça-feira, 5 de maio de 2009

As aventuras de Mário, o publicitário

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Nada se cria | 89

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Anúncio à esquerda:
Nissan New Cabstar Lorry
Agência: BBDO
País: Portugal
Ano: 2004

Anúncio à direita:
Kuoni Travel Agent
Agência: Wirz Werbung
País: Suíça
Ano: 2007

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Preservativos Olla

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É disso que eu me refiro quando digo que algumas ideias não precisam de texto. Ora, texto pra quê quando uma boa imagem diz tudo sobre o benefício de um produto?! Este anúncio para revista da marca de preservativos Olla é simplesmente perfeito. Claro que ainda tenho o meu anúncio favorito desse segmento (veja aqui), mas não poderia deixar de citar esse belo trabalho criado pela agência age. comunicações. Palmas para os diretores de arte e criação, ilustrador, atendimento, etc.

sábado, 2 de maio de 2009

Louco não publicitário | Versão 5. alguma coisa

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Assim como a maioria já deve ter percebido, este blog muda de cara de tempos em tempos. As razões para isso são muitas - quase incontáveis. Mas dessa vez, o Louco não, publicitário mudou para o novo Blogger, e acredite, ele ainda era gerenciado através do modelo antigo. Dessa forma, quem visita esse velho manicômio deverá gostar das sutis, porém necessárias mudanças. Dito isso, vamos detalhar cada ítem da nossa nova casa.

:: Layout. Ou se preferir, leiaute. Com mais espaço para postar imagens e vídeos, a barra lateral dos posts terá 640 pixels, substituindo os 570 anteriores. Visualmente a página ganhou uma linha mais leve, com o tom de cor ainda mais exclusivo - é o que alguns denominam como sendo a cor mais próxima dos resíduos nitrogenados formados durante o metabolismo celular humano.

:: Logotipo. Isso mesmo, temos um logotipo! Acabou essa história de que em casa de ferreiro o espeto é de pau. O ícone que representa um espiral sob um traço inclinado tenta dizer algo como: proibido atos insanos, ou ainda: criatividade ≠ loucura, ou seja: não somos loucos, somos publicitários. A marca nos acompanhará no Twitter, Orkut, Technorati, bonés, camisetas, adesivos, tatuagens, etc, etc, etc.

:: Paginação.
Antes, ao clicar no marcador "Nada se cria" por exemplo, carregava-se uma página gigantesca que não suportava todos os posts da categoria. Agora, o novo modelo me permitiu criar a sonhada paginação de posts - repare no rodapé da página. Isso facilitará o leitor a passear pelas postagens mais antigas do blog.

:: Pesquisa de posts. Sim, dessa vez eu juro que funciona. Em outras épocas, tive experiências muito mal sucedidas com pesquisas internas do blog, mas o Google - sempre ele - resolveu o problema com o fantástico Custom Search Engines. Com aproximadamente 600 posts publicados nesses pouco mais de 3 anos de vida do blog, a ferramenta nos ajudará a encontrar postagens com muito mais rapidez. O gadget ficará em destaque, bem no topo da barra lateral.

:: Tradução automática. Antes era possível fazer a tradução automática do blog apenas para o inglês, agora o blog tornou-se um verdadeiro poliglota com o Google Tradutor.

:: Siga este blog. E como não poderia falta num .blogspot que se preze, agora é possível seguir este blog. Basta ir ao final da barra lateral, se cadastrar e receber as postagens no seu painel do Blogger.

Basicamente é isso meus caros amigos, espero que as mudanças facilitem as visitas ao meu singelo e hospitaleiro blog. Quero aproveitar para agradecer a todos que enviam e-mails com sugestões de posts, parcerias de links, elogios, xingamentos, dúvidas, camisetas, cartões postais, além daqueles que ligam para vir assistir aqui, ao vivo, ao Programa do Jô... além daqueles que comentam os posts, assinam o feed, participam da comunidade do Orkut e nos seguem no Twitter. Obrigado a todos - e como se diz no jargão de nossa nobre profissão: volte sempre!

| A imagem do camaleão preso à camisa-de-força que ilustra o post é de um anúncio das tintas Dulux, postado aqui em Julho de 2007.