sexta-feira, 30 de outubro de 2009

A importância dos blogs publicitários na comunicação

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Abaixo uma entrevista sobre o blog que dei hoje de manhã para a estudante de publicidade da Unirondon Kelly Sasso. As perguntas são para uma pesquisa qualitativa que faz parte da monografia de Kelly, que tem como tema "A importância dos blogs publicitários na comunicação".

Kelly Sasso - Luciano, qual o objetivo do seu blog?
Luciano Marino -
Eu tenho três objetivos distintos. O primeiro é para me manter obrigado a escrever, costumo dizer que só escreve bem quem escreve diariamente - algo importantíssimo para um profissional de comunicação. O segundo objetivo é estar plugado no radar da Internet, captando novas ferramentas, novas mídias sociais, novos termos e tudo de novo que é lançado constantemente na grande rede. E finalmente, um blog de publicidade me faz acompanhar o que as grandes agências do Brasil e do mundo andam fazendo. Como não trabalho em uma agência de propaganda, e sim em um departamento de marketing de uma construtora, o blog me obriga a ir atrás das pautas, ler anuários, analisar trabalhos de outras áreas, e assim, enriqueço minha opinião com outros mercados consumidores.

KS - Você se considera um formador de opinião? Por que?
LM -
Sim. Pela quantidade de e-mails, ações diretas e sugestões de pauta que recebo do Brasil inteiro. O Louco Não, Publicitário é muito acessado por estudantes de comunicação, e não nego que é para esse público que ele é feito. Lembro que na época que eu fazia faculdade, os blogs estavam começando, e era uma ótima oportunidade para exercitar minhas análises das campanhas que estavam no noticiário. Creio que as pessoas que leem o que escrevo pensam com um pouco mais de critério no que está sendo abordado.

KS - Qual o assunto que você mais gosta de postar?
LM -
Depende muito da época, ainda assim a categoria que me proporciona mais prazer é a "Propagandas que embalaram minha infância". Não apenas por relembrar um comercial eternizado na memória, mas sim pelo processo de construir um conteúdo interessante em cima de verdadeiros mitos da nossa propaganda. Como são filmes de épocas em que eu era criança, descubro detalhes que passaram despercebidos na época, e isso me faz lembrar como a nossa profissão é fantástica.

KS - Qual o blog publicitário que você mais acessa?
LM -
São vários que acesso diariamente, citaria dois que mais gosto, o "Ads of the world" e o "Clube de Criação de São Paulo".

KS - Como você lida com os comentários do seu blog?
LM -
Leio todos, respondo aqueles que pedem um complemento, mas a maioria dos comentários acaba vindo mesmo por e-mail. De qualquer forma, é um bom termômetro para eu saber se o assunto gerou interesse ou não. Eu procuro sempre aprender com um novo comentário. Recentemente publiquei um post sobre a polêmica de um comercial das sandálias Havaianas e praticamente todos comentários foram bem pertinentes.

KS - Você identifica o blog como um local para a discussão da publicidade?
LM -
Não diria que trata-se de um local para se discutir alguma coisa, até pela limitação do formato. O blogueiro escreve, o leitor comenta e no máximo, temos uma tréplica. Não chega a se caracterizar como uma sociedade em busca de grandes argumentos. O blog é mais indicado para analisar uma boa sacada criativa ou mesmo para ler sobre uma campanha diferenciada que merece mais atenção.

KS - Qual a sua opinião sobre as ferramentas da web como por exemplo o podcast?
LM -
O mais importante é o blogueiro saber se a ferramenta agrega alguma coisa à proposta do seu blog. O podcast é um barato, concordo, mas nem por isso todos os blogs obrigatoriamente precisam ter. José Saramago tem um blog, o que você espera encontrar lá então? O grande gadget do momento ou um texto no melhor estilo José Saramago? Defendo que um blog, na maioria das propostas, deve ser simples, caso contrário, que vire logo um site.

KS - Como você administra o seu whuffie?
LM -
É como na vida pessoal e profissional. Você precisa saber o que está fazendo e ter coerência, é como colher maças, se você começa, tem de terminar. Muitas pessoas me perguntam se eu ganho dinheiro com meu blog, e quando respondo que praticamente pago para ter um, elas dizem que eu estou sendo um péssimo empreendedor. Eu não tenho um blog pra ganhar dinheiro, também não quero ganhar um VMB e muito menos ser citado no programa "Reclame", do Multishow. Claro que se isso acontecer não ficaria triste, mas essa não é a ideia. Minha reputação on-line é um mero reflexo do que eu escrevo no meu blog, que existe apenas para atender os três objetivos centrais que eu comentei na primeira pergunta.

KS - O conteúdo do seu blog é direcionado para um público específico? Qual?
LM -
Escrevo pensando principalmente nos estudantes e profissionais de comunicação, que buscam inspiração, entretenimento, informação ou uma boa crítica.

KS - Qual a sua opinião sobre o post pago nos blogs?
LM -
Dentro da proposta do meu blog, e de muitos outros similares a ele, não vejo coerência em um post pago porque não acho que um assunto tenha que ser empurrado goela abaixo do leitor. Se um anúncio é interessante e tem algo de original, ele vai ser postado no meu blog, se ele for comum não será postado. Eu não seria justo com meu leitor se comentasse uma campanha apática em troca de alguns trocados. Quem entra no meu blog quer ver alguma coisa bem bolada, e eu tenho que assumir esse compromisso. Também acho que não vale a pena para quem paga para ser citado em um post. Quando recebo uma proposta, analiso a peça e vejo se ela merece ser publicada. Se achar que sim, vai pro ar e eu não cobro um centavo por isso.

KS - Onde você encontra o conteúdo do seu blog?
LM -
Muita coisa vem direto das agências, que mandam como sugestão de post, diria que aproveito uns 30% do que chega a minha caixa postal. Pesquiso também na internet, em sites especializados em catalogar trabalhos publicitários, busco sempre em mais de uma fonte para afastar o fantasma da falta de credibilidade que amaldiçoa os "macacos" blogueiros. Também recebo sugestões dos leitores.

KS - Você ganha dinheiro com o seu blog? Como?
LM -
Tenho conta no Google Adsense, que gera alguma receita, mas como já disse, retorno financeiro não é o objetivo do blog.

KS - Qual a carga horária que você direciona para o seu blog?
LM -
Aproximadamente 40 minutos por dia.

KS - O conteúdo do seu blog tem alimentação colaborativa?
LM -
Fora as sugestões de pauta que recebo, o blog inteiro, textos, layout, divulgação, tudo é feito apenas por mim.

KS - Os blogs influenciam a publicidade contemporânea? De que maneira?
LM -
Os blogs são uma realidade, que foram muito bem interpretados pela publicidade. Hoje, muitas agências não têm mais um site, e sim um blog. Campanhas inteiras são muitas vezes vistas apenas em blogs, e há ainda os casos em que uma peça é veiculada - por exemplo um outdoor -, o painel é fotografado para ganhar força em outra mídia, a internet. Você não precisa estar mais em Cannes para ver a vanguarda da propaganda mundial, é possível ver isso deitado na cama do seu quarto, com o laptop aberto, em uma cidade periférica de um estado periférico. O blogs tornaram os festivais de publicidade obsoletos, e forçaram as ideias a serem ainda mais competitivas. Não me arriscaria a prever até onde isso vai dar, até porque ainda nem entendi direito a revolução.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Nada se cria | 109

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Anúncio à esquerda:
Koning Razors
Agência: Galaxy
País: Cingapura
Ano: 1999

Anúncio ao centro:
Labelle Women Razors
Agência: Mindspace
País: Índia
Ano: 2003

Anúncio à direita:
Gillette Fusion Razors
Agência: BBDO Nova York
País: Estados Unidos
Ano: 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Propagandas que embalaram minha infância: Caldo Maggi

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E para dar continuidade à nossa super série de sucesso, vamos a mais uma propaganda que embalou minha infância. Se você nasceu antes dos anos 90, certamente tem esse jingle impregnado em sua memória: "Caldo Maggi, o caldo nobre da galinha azul".

Criado pela Norton Publicidade, o símbolo da galinha azul ganhou imensa popularidade nos anos 90. Eu lembro perfeitamente do mascote da campanha na cozinha da minha casa, aquela galinha de plástico em azul e branco - um sucesso incontestável para a época. Lembro ainda da bizarra "dança da galinha azul", um merchan no programa "Viva a Noite", apresentado por Gugu Liberato na emissora de Sílvio Santos.

Por um bom tempo, esse segmento não apresentava um grande diferencial de comunicação entre seus dois maiores concorrentes - Maggi e Knorr - inclusive os produtos eram muito parecidos. Por isso a sacada da Nestlé em procurar algo novo funcionou tão bem para os padrões da época. Simples, criativo e funcional, e a galinha nobre, de sangue azul é lembrada até hoje, quase duas décadas depois.

E como acontece com toda grande ideia, a campanha ganhou vida própria. No Carnaval de 1989, a marca criou até um bloco, com direito a trios elétricos exclusivos. Nem preciso dizer que além da celebreira, os resultados obtidos com a campanha proporcionaram a marca um aumento nas vendas e no índice de participação de mercado consideráveis.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Filme com publicitário: Como Perder um Homem em 10 Dias

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Como as locadoras de Cuiabá estão agonizando, este blogueiro que vos escreve foi ontem a tarde ao Pantanal Shopping disposto a comprar o próximo “filme com publicitário”. Ciente que a tarefa não seria fácil, adentrei à Lojas Americanas pescando com os olhos o departamento de DVDs. Obviamente, o lugar estava abarrotado de curiosos revirando as prateleiras em busca de um filme que valesse os 15,99 da “super oferta” em vigor. Dez minutos depois, em meio ao caos iminente das lojas de departamento, me deparo com a comédia romântica “Como Perder Um Homem Em 10 Dias”. Uma pechincha, apenas 12,99 com Mastercard. Vamos ao filme.

Benjamin Berry (Matthew McConaughey) é um publicitário que aposta com seu chefe que é capaz de fazer uma mulher se apaixonar por ele em 10 dias. O prêmio será uma disputada campanha publicitária de diamantes. Andie Anderson (Kate Hudson) é uma ambiciosa jornalista de uma revista feminina que é capaz de tudo para conseguir uma boa matéria. Sua pauta agora é escrever um artigo sobre como perder um homem em dez dias, e, para tanto, estará pronta para atormentar a vida do primeiro rapaz que se interessar por ela.

O caminho da repórter e do publicitário se cruzam quando eles se encontram num bar e, imediatamente, estabelecem seus alvos. É claro que as tarefas de ambos se tornarão cada vez mais difíceis porque cada um estará empenhadíssimo em alcançar seus objetivos, os quais, por sinal, são diametralmente opostos. Para mim, não importa o quão benfeito seja uma produção desse gênero, mas entendo que é extremamente consumido por uma fatia gigantesca das pessoas que gostam de um bom filminho no fim de semana – inclusive minha namorada.

Quanto ao profissional que nos representa em mais esta obra cinematográfica, posso afirmar que trata-se de um sujeito típico da área - dada as devidas proporções. Benjamin é confiante de tal forma que chega a ser confundido com um babaca convencido. E como sempre acontece, suas ideias são super-valorizadas. Repare na cena em que ele manda cem rosas para Andie e um cartão deveras criativo, a amiga diz “esqueceu que ele é publicitário?” Por algum motivo, o desafio de entender o universo feminino me fez lembrar do publicitário “Mel Gibson”, já comentado aqui.

Com um final previsível – o que é ótimo nesses casos - “Como Perder Um Homem Em 10 Dias” é indicado para nós, publicitários que gostam de saber como somos taxados pelas pessoas normais.

Elenco:
Matthew McConaughey Ben Barry
Kate Hudson Andie Anderson
Kathryn Hahn Michelle
Annie Parisse Jeannie
Adam Goldberg Tony
Thomas Lennon Thayer
Michael Michele Pamela Spears
Shalon Harlow Pamela Green
Robert Klein Philip Warren
Bebe Neuwirth Lana
Samantha Quan Lori
Justin Peroff Mike
Celia Weston Glenda
James Murtaugh Jack
Archie MacGregor Tio Arnold

Título original: How to Lose a Guy in 10 Days
Direção: Donald Petrie
Gênero: Comédia
Origem: Estados Unidos
Ano: 2002
Duração: 116 minutos
Estúdio: Lynda Obst Productions Robert Evans Company
Trailer: clique aqui
Site: clique aqui

:: Nota do blogueiro: 8.1
Por quê?
Aborda o tempo inteiro uma agência de publicidade, a importância dos recursos certos na hora de persuadir, o improviso, a ideia fácil e principalmente, mostra até que ponto um cara de comunicação, vulgo publicitário, pode chegar para conseguir uma conta milionária. Mulheres, iluminem-se.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Nada se cria | 108

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Loctite Glue (Henkel)
Agência: DM9DDB
País: Brasil
Ano: 2001

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Holys Mega Glue Extra Strong
Agência: Ogilvy & Mather Bangkok
País: Tailândia
Ano: 2006

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Piauí também é aqui_37

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Eu já falei da sempre perfeita e incrivelmente excelente Revista Piauí aqui, aqui e para todos os meus amigos mais próximos acolá. Tenho a camiseta da revista, todos os exemplares trancados no cofre da minha casa (menos a edição zero) e o pinguim sobre minha mesa de trabalho. E o que isso tem a ver com nosso blog de publicidade? Bem, isso depende do que você entende por “publicidade”.

A partir deste mês quero divulgar aqui os filmes que a revista costuma produzir para informar que uma nova edição já está nas bancas. Como a produção é sempre feita numa linguagem diferenciada - quem já leu pelo menos duas linhas da revista vai saber sobre o que estou falado -, achei pertinente compartilhar mensalmente isso no Louco Não, Publicitário. É a nova seção que carinhosamente chamarei de "Piauí também é aqui", destinado principalmente a todos que têm um parafuso a mais. Sendo assim, aí vai o vídeo da Piauí_37, a tão esperada edição comemorativa de 3º aniversário.



Itens opcionais:
:: Por que a revista existe? Por João Moreira Salles
:: Piauí_36

As aventuras de Mário, o publicitário

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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Era uma vez uma pequena campanha de uma pequena marca de hambúrguer

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A agência 1121 criou essas coisas para o hambúrguer Grã-Filé, mas sinceramente, eu não sei afirmar se são anúncios publicitários de verdade. Digo isso porque não gosto desse tipo de apelo, que tenta minimizar a propaganda, ainda que seja em um tom claramente irônico. Eu acho que campanhas assim demonstram falta de confiança no que a marca tem a dizer, falta de visão do anunciante e agência e principalmente, muita falta de criatividade.

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Nada se cria | 107

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Nissan X-Trail poster
Agência: TBWA Paris
País: França
Ano: 2006

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BMW Mini Cooper S
Agência: Lowe Zurich
País: Suíça
Ano: 2008

:: ATUALIZADO

E seguindo a dica do leitor Deh, aí vai outra peça da classe dos aracnídeos.

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Ford Fusion
Agência: JWT
País: Brasil
Ano: 2009

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Vestibular UNIC 2010: Em tempos assim

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Mais uma da sempre talentosa agência cuiabana FCS, e mais um vez eu me surpreendi. O comercial que estreou ontem no intervalo do Fantástico é... fantástico. Produzido para o Grupo Iuni, o filme “Em tempos assim” divulga o Vestibular 2010 UNIC, mas além disso, ele passa a mensagem que os jovens estão diante de primeiro grande momento profissional. A frase “seja o conteúdo” é profunda, tão profunda que não poderia ser associada a um produto com menos importância. Eu detesto quando uma frase de efeito é solta no meio do vídeo, sem qualquer compromisso com o que a pessoa do outro lado vai interpretar, não é o caso deste comercial.

Um roteiro que questiona com maestria qual o papel do espectador na atualidade, convidando as pessoas a fazer, a agir. É uma síntese da revolução silenciosa que estamos vivendo. As pessoas deixaram de ser consumidoras de conteúdo para se tornarem produtoras de conteúdo. É um conceito que permite pensar que não existe limite, que ainda existe muito a se descobrir. A produção é da também mato-grossense Monkey Filmes.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Portal Transparência Brasil: Direito de saber

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Quando você assiste pela primeira vez um comercial na televisão e logo pensa: “quero ver de novo”, é sinal que alguma coisa foi muito bem feita. E é exatamente o caso dos vídeos da campanha “Direito de saber”, do Governo Federal para o Portal Transparência Brasil.

Eu sempre ressalto a importância de uma comunicação direta, simples e que se identifique com o público, e quando uma pitada de humor é adicionado a essa fórmula, temos algo muito próximo desses comerciais. E para comprovar essa teoria, vejam o que minha querida sogra – sem ironia – me disse sobre essa campanha: “Achei massa o jeito que o taxista conversa”. Um beijo Arlete.

Taxista:


Astrólogo:


Pescador:

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Mais polêmico do que criativo | 27

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Mais um prato cheio para nossa seção de propagandas polêmicas aqui do blog. O ocorrido foi na África do Sul, onde um clube de strip-tease da capital Joanesburgo anunciou em um painel de rua a foto de uma mulher seminua e a frase “não precisa de teste de sexualidade”. Nada de grave se o país não tivesse vivido o recente episódio do suposto hermafroditismo da atleta sul-africana Semenya, atual campeã mundial dos 800m, disputado em Berlim.

Os autores da peça alegam que tudo não passou de mera coincidência, e que em nenhum momento a propaganda foi feita pensando em Semenya. Segundo o proprietário do clube, Lolly Jackson, o anúncio foi criado antes do teste de Semenya ter sido divulgado. Sua existência e publicação é uma pura coincidência. “Queremos somente garantir aos nossos clientes que não temos mulheres hermafroditas, já que isso é tão comum na indústria do entretenimento adulto. O problema dessa situação toda é que alguém inocente foi envolvido. Assim, da mesma forma que recompensamos nossos atletas, nós gostaríamos que Caster aproveitasse seu sucesso em vez da negatividade que a segue. Há pouco tempo, ela trouxe o ouro para casa, e, se não fosse por uma má gestão, não teria passado por tudo aquilo.” - Completou o sul-africano.

De nada adiantou a explicação e o clube foi denunciado à Associação de empresas de publicidade da África do Sul. Processado por alusão ao hermafroditismo, Jackson teve que desembolsar R$ 3,4 mil pela divulgação do anúncio.