terça-feira, 30 de março de 2010

Beach Park | e-mail marketing Insano

Em minha última viagem a Fortaleza segui a risca o conselho de um amigo: "não deixe de ir ao Beach Park". E eu fui esperando algo 10 vezes melhor que o Sesi Park, aqui de Cuiabá. Obviamente, eu estava enganado. O Beach Park é 100 vezes mais divertido, emocionante e organizado, fazendo valer a pena os 90 reais do day use.

Assim que você entra no complexo aquático, um toboágua se destaca. É o INSANO. Que desafia a todos os presentes a se arriscar em uma queda vertical de incríveis 41 metros. Só quando você chega perto que vê o tamanho do problema que terá se resolver encarar. Na saída do parque ainda vendem uma camiseta com os dizeres: "EU SOBREVIVI AO INSANO".

Porém, reproduzir essa sensação em uma peça publicitária que divulga o parque não é tarefa fácil, ou melhor, não era. Esse e-mail marketing chega bem próximo da sensação que se tem ao descer aquele escorregador gigante a mais de 100 km/h.

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segunda-feira, 29 de março de 2010

Mais polêmico do que criativo | 32

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Domingo a noite, depois de ver meu time levar um gol contra no último minuto de um jogo emocionante contra o seu maior rival, eu me encontrava todo largado no sofá da minha casa com o controle remoto na mão assistindo ao Fantástico. E enquanto pensava numa boa estratégia de defesa para enfrentar a turma do escritório, via o competente Tadeu Schmidt apresentar o quadro "Detetive Virtual". Foi então que eu comecei a me animar, sabendo que teria um bom assunto para o post da segunda-feira.

O comercial abaixo foi analisado pela equipe do programa dominical para confirmar se tratava-se ou não de um fake. A dúvida surgira devido ao alto teor discriminatório do filme, que fazia uma clara analogia ao turismo sexual em nosso país. Não vou explicar o vídeo, você mesmo pode conferir a historinha do casal que recebe uma inesperada visita durante o jantar. Quero apenas adicionar mais essa propaganda na nossa seleta categoria de comerciais que se destacam mais pela polêmica do que pela criatividade propriamente dita.

Depois de comprovada a veracidade do filme, a agência israelense responsável pela criação já havia retirado o comercial do ar - evitando comentar o ocorrido. Bem, todo bom publicitário sabe que esse tipo de episódio raramente é dotado de toda essa inocência, ou do famoso "eu não tive intenção". Quando uma agência de publicidade assume que não esperava agredir algum grupo com sua propaganda, ela está assumindo - de forma bem sutil - que não tem competência de entender do seu negócio.




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quinta-feira, 25 de março de 2010

Sherwin Williams Eco, apesar do logo

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Há algum tempo atrás eu chamei a atenção para o logotipo da marca de tintas Sherwin Williams (reveja aqui), falei do pecado visual em tempos de responsabilidades ambientais tão evidenciadas. Pois volto à mesma empresa quase dois anos depois para citar uma ação que divulga a preocupação da marca para com o meio ambiente.

Criado pela Moma Propaganda, o trabalho de PDV em lojas de materiais de construção em São Paulo faz uma analogia aos produtos da linha de tintas ecologicamente corretas, garantindo que o produto não agride a natureza. No pincel lê-se: "Sherwin Williams Eco. A linha de tinta a base de água que não agride a natureza."

Fonte: CCSP

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Na Casa Do Mamãe

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Bom dia, publicitários. Hoje cedo escrevi para o blog regional "Na Casa Do Mamãe", para quem se interessar, o link é esse: Jaime vende livros enquanto trabalha

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quarta-feira, 24 de março de 2010

A Lei do Photoshop

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A Câmara dos Deputados está analisando um projeto de lei do deputado Wladimir Costa (PMDB-PA), que sugere que anúncios publicitários com imagens manipuladas no Photoshop tragam o seguinte aviso: "Atenção: imagem retocada para alterar a aparência física da pessoa retratada".

Quem desobedecer a "Lei do Photoshop" - caso ela seja aprovada - teria que pagar multa de até R$ 50 mil. Para o deputado pemedebista, o objetivo é "acabar com a idealização do corpo humano pela publicidade". Segundo o site do IDG Now, uma das fontes deste post, o projeto será analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Não é muito difícil escolher um lado do muro, já que existem bons argumentos para os mais fervorosos. De um lado, afirma-se que as coisas estão ficando escrachadas demais. Por outro, seria mais uma advertência que poluiria o anúncio.

Minha opinião: vivemos tão bem sem esse tipo de alerta, além do mais, ninguém é bobo a tal ponto de acreditar nessas maquiagens. Pelo amor de Deus, as pessoas sabem das coisas. Elas gostam de saber.

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Pelephone: Musix

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Esse belo filme criado pela BBR Saatchi & Saatchi Tel Aviv, de Israel, chama a atenção pela produção quase que impecavelmente perfeita. Quando o Capitão Nascimento diz que o Matias vivia num mundo ideal, muito longe da realidade do Rio de Janeiro, era mais ou menos isso que eu imaginava. Para ser bem sincero, era exatamente isso que eu imaginava. Ainda que metaforicamente falando.



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Minha releitura de Hugh Hewitt

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Ontem eu cheguei em casa depois de mais um dia demolidor de trabalho -, demolidor fisicamente - porque mentalmente eu ainda estava inteiro e até inspirado. Olhei para minha estante de livros e pesquei um que já havia lido há alguns anos. Era o livro azul de Hugh Hewitt: Blog - Entenda a revolução que vai mudar seu mundo (autor deste blog aqui), e então pensei: acho que vou reler esta merda.

Quatro horas e meia depois termino as 261 páginas, e agora sim, me encontrei cansado também mentalmente. Mas era exatamente o que eu precisava, valeu a pena a releitura desse grande mestre da blogosfera. Como o livro é de 2004, consegui rever alguns conceitos com uma cabeça completamente alterada pela avalanche de informações que absorvi nesses últimos anos de blogueiro. Hewitt realmente sabia o que estava falando, e muitas de suas previsões se confirmaram - principalmente na arena política dos Estados Unidos. Claro que era praticamente impossível prever o fenômeno Obama/Twitter, e ainda que se trate de um tema altamente perecível, o livro ainda é recomendável.

Eu tenho minhas opiniões sobre o futuro dos blogs que divergem um pouco de Hewitt, mas concordo em gênero, número e grau quando ele diz que nunca é tarde para começar um blog. A tendência é essa. Um dos recados do livro é bem claro: não deixe de começar por medo do desconhecido. Só fui entender isso agora. Ainda não tinha parado para pensar que tecnofobia nada tem a ver com os blogs.

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terça-feira, 23 de março de 2010

Nasça de novo

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Um adesivo na parede costuma ser sempre um bom recurso - além de barato. É o caso dessa peça que promove o trabalho do cirurgião plástico Dr. Kim. Adesivado ao lado do elevador na parede da entrada do seu consultório, o cartaz com a imagem "Criação de Adão", de Michelangelo interage com o botão do elevador. Na assinatura lê-se: "Be born again" (Nasça de novo).
O mais legal é a simplicidade, sem se preocupar muito com segundas leituras, aquelas que costumam boicotar boas ideias.

Fonte: Comunique9

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segunda-feira, 22 de março de 2010

Agora com eucalipto

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Uma semana inteira ausente da Internet 2.0 e então percebo os estragos: mais de 400 posts não lidos no Google Reader; 250 e-mails e spans distribuídos em seis contas diferentes; 12 comentários aguardando moderação; Twitter e companhia criando teia de aranha. Tudo isso somado a uma estranha sensação de ter acordado de um coma após 15 anos.

Voltando ao normal, quero sublinhar essa bela peça que vi no AdsOfTheWorld. A criação é da australiana JayGrey, de Sidney, para a Ambi Pur.

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segunda-feira, 15 de março de 2010

Nada se cria | 126

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O anúncio da Ford até escapa de um olhar mais desconfiado, quanto as outras duas, bem, deixo para vossas análises. Vale lembrar que essa não é a primeira vez que o Volkswagen Scirocco é citado por aqui. Há algum tempo atrás, nesse mesmo "Nada se cria", publiquei uma estranha coincidência envolvendo a marca alemã e o Mercedes CL-Class (reveja aqui).

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Seat Leon Cupra 240 HP
Agência: Grey Milão
País: Itália
Data: Abril de 2008

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Ford G Series Ford G Series
Agênciay: JWT Melbourne
País: Austrália
Data: Junho de 2008

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Volkswagen Scirocco
Agência: Medina Turgul DDB Istanbul
País: Turquia
Data: Abril de 2009

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sexta-feira, 12 de março de 2010

Como a Internet mudou a propaganda

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quinta-feira, 11 de março de 2010

Porra, publicitários!

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Eu costumo dizer que tudo tem uma vida útil, e assim como a geladeira da sua casa, os formatos de humor também vencem. O que você conhece hoje tende a ser engolido por novas formas de fazer alguém rir, é o que alguns chamam de "ganhar e perder fôlego". Foi assim com a TV Pirata, Perdidos na Noite, câmeras escondidas, Casseta & Planeta, Pânico, Os Normais, CQC, e claro, a Internet - com seus inúmeros subprodutos.

Fazer humor no Brasil é tão fácil quanto desafiador - se é que fui claro -, e contrário à imagem que se tem, o brasileiro comum não é um povo bem-humorado, ele apenas gosta de uma boa piada. E então você pode se perguntar: o que diabos isso tem a ver com publicidade? Bem, praticamente, tem tudo a ver.

O humor na propaganda é tão vital quanto a criatividade. Há quem defenda a teoria de que quando rimos o nosso cérebro torna-se mais aberto a memorizar o que vemos. Teorias. De qualquer forma, o publicitário deve estar ciente desses novos formatos que são inventados a cada nova semana.

Blogs de humor ainda colam, Kibe Loco, Jacaré Banguela e Dr. Pepper provam isso diariamente, e são muito bons no que fazem. Vídeos no Youtube com os Stand Ups também, ainda que seja difícil encontrar algum ainda inédito. E eis que surge um novo fenômeno, que vem com a mesma receita trash de alguns de seus antecessores. São os já populares sites “Porra, (alguma coisa)”, hospedados no Tumblr.

Tudo começou com o Porra, Felipe!, “homenageando” o cantor Felipe Dylon. A ideia é mostrar fotos dos perseguidos em situações nada convencionais, e quanto mais tosco e bizarro, melhor. A ideia pegou, e vai de Porra, Maurício até Porra Kassab. Tudo muito hilário.

Obviamente, os publicitários não poderiam ficar de fora, e foi aí que ganhamos o Porra, publicitários! Lá você vai entender melhor o que eu quero dizer com esse negócio de novos formatos de humor, bizarrices, etc. Resta saber apenas a tal vida útil da novidade.

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As aventuras de Mário, o publicitário

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quarta-feira, 10 de março de 2010

Piauí também é aqui_42

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Junho se aproxima, e ao invés de me alegrar por saber que é ano de Copa do Mundo, estou triste porque este também é o mês que termina minha assinatura da piauí. Vou torcer para que a Editora Abril me ofereça aquela belíssima promoção onde você assina por dois anos e ganha o terceiro. Acho até que vou torcer mais por isso do que pelos gols de Luis Fabiano, Kaká e companhia.

No vídeo da edição 42 dessa fantástica revista, o mesmo formato spot motion, que por sinal já encheu o saco. Já até sinto saudades dos comerciais mais, digamos, ousados – coloquei um link sobre isso nos “itens opcionais”. Gostei da capa, que além de lembrar o tom de uma das minhas edições favoritas – a piauí_25 – tem umas ranhuras pretas que imitam um defeito na impressão. Quando recebi meu exemplar quase voei no pescoço do meu porteiro, por sorte ele se defendeu afirmando que não passava de um mero detalhe na impressão.



Itens opcionais:
:: Comercial da piauí_17
:: Propaganda da revista na versão Castanha e Caju
:: Papo entre João Moreira Salles e Amir Labaki
:: Papel de parede

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Contando não tem graça. Viaje.

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Tai, gostei. A criação é da Giacometti para a agência de turismo "Marsans Viagens". O pecado ficou apenas no texto extremamente pequeno - imagino que um dia as pessoas entenderão que boas peças publicitárias tendem a ganhar vida própria, em lugares como esse. Na minúscula redação lê-se (com auxílio de uma lupa): Contando não tem graça. Viaje.

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terça-feira, 9 de março de 2010

Nada se cria | 125

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O que chama a atenção nesse caso é a distância entre os dois filmes, um em cada século. Ainda que os produtos sejam bem distintos, a coincidência é perturbadora. Agora, mudando de assunto, é bem apropriado citar um filme argentino por aqui, apenas dois dias após a academia ter premiado o longa "O Segredo dos Seus Olhos". Seria uma nova fase para os hermanos? Vamos aos clones.


Scholl “shoe deodorant”
Agência: Young & Rubicam
País: Argentina
Ano:1992


Citroën C3
Agência: Euro RSCG Dusseldorf
País: Alemanha
Ano: 2006

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segunda-feira, 8 de março de 2010

EcoSport | Hoje é meu último dia de vida

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A pergunta que muitos já devem ter feito em algum momento da vida é: o que eu faria se soubesse que hoje é meu último dia de vida? Bem, esse comercial do Ford EcoSport 2011 baseia-se nesse antigo questionamento. A trilha sonora também é muito apropriada, com a música "1000 miles away", de Hoodoo Gurus. E viva o novo!



P.s.: Como diria um velho amigo: viva cada dia como se fosse o último, um dia você acerta.

Fonte: Varal

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Cruz Vermelha | Batalha

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Bem ao estilo DM9DDB de ser, esse é mais um anúncio da Cruz Vermelha que pede para as pessoas doarem sangue. Confesso que esse apelo é novo pra mim, por isso o post.

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sexta-feira, 5 de março de 2010

Comercial com John Lennon irrita fãs dos Beatles

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Os assíduos frequentadores deste blog, entre ele incluo os 450 assinantes do feed, sabem que existe aqui a seção "Mais polêmico do que criativo" -, onde eu publico comerciais que são mais lembrados por algum apelo exagerado do que pela sua criatividade propriamente dita. Digo isso porque não consegui decidir sozinho se deveria adicionar este filme da Citroën a essa categoria, apesar de toda a polêmica levantada pelos fãs do mito John Lennon.

Veiculado no Reino Unido para divulgar novo modelo "anti-retro" DS-3 da marca francesa, o comercial usa um reflexão de Lennon convidando as pessoas a fazerem coisas novas. A fala do ex-Beatle é a seguinte:

"Uma vez que uma coisa está feita, ela está feita. Então por que essa nostalgia - digo, pelos anos 1960 e 1970, sabe? Olhar para trás para ter inspiração, copiar o passado. Como isso pode ser rock ‘n’ roll? Faça algo você mesmo. Comece algo novo. Vivam suas vidas agora, entendem o que eu quero dizer?".

A crítica dos fãs é para Yoko Ono e Sean Lennon, viúva e filho de Lennon, que autorizaram o uso da entrevista dada pelo músico para a produção de uma propaganda de carro. Eles protestam, alegando que a atitude é meramente comercial. Os familiares se defendem dizendo que trata-se de uma tentativa de manter a imagem dos Beatles viva através da televisão.



Fonte: Veja.com

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Feliz aniversário, Viagra

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E para celebrar o 11º aniversário do famoso Viagra, nada melhor do que uma "língua de sogra". A criação é da agência canadense Taxi. Melhor - ou pior - que essa aí de baixo, só mesmo esse outro anúncio da famosa pílula azul, publicado no divertido Desencannes.

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Revista Veja disponibiliza todo seu conteúdo na Internet

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Genial essa ideia que a Revista Veja teve para homenagear seus 40 anos de vida. Com patrocínio do Banco Bradesco, a revista disponibilizou todas as suas edições em um riquíssimo acervo digital - e o melhor, tudo grátis. Para conferir todas as 2.154 edições devidamente digitalizadas, clique aqui ou na imagem abaixo. Bacana também desfrutar das propagandas da década de 1960, onde alguns segmentos que nem existem mais são anunciados atendendo as fortes demandas de suas respectivas épocas.

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A navegação é bem prática, e o sistema permite que se folheie a revista como se estivesse com a versão impressa nas mãos, um clique sobre a página funciona como ferramenta de zoom. O sistema de buscas também funciona direitinho, permitindo que se cruze informações de vários períodos, sem dúvidas, uma excelente fonte de pesquisa. É possível ainda acessar várias pesquisas previamente elaborada pela redação da revista, com temas da atualidade e fatos históricos.

Com investimento de R$ 3 milhões, o projeto é resultado de uma parceria entre a Editora Abril e a Digital Pages e levou 12 meses para ficar pronto. Uma equipe de 30 pessoas foi necessário para tirar o projeto do papel, literalmente.

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quinta-feira, 4 de março de 2010

Propagandas que embalaram minha infância: Bardahl

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Veja você que maravilha de comercial estou postando aqui, na nossa categoria de propagandas antigas. Certamente você se lembra do Detetive Bradahl e a temida Motor Gang, que fizeram história na publicidade brasileira. Mas antes de relembrar o vídeo mais famoso da épica campanha em live-action/animação no melhor estilo Roger Rabbit, vale a pena falar um pouco da trajetória dessa marca de óleos lubrificantes e aditivos.

Fundada em 1939 por um imigrante que chegou aos Estados Unidos com apenas 20 dólares no bolso, a Bardahl cresceu rapidamente e há muito tempo é líder absoluta de mercado, atuando em mais de 75 país, entre eles o Brasil. Por aqui, a empresa do norueguês Ole Bardahl chegou em 1954, mas foi nos anos 90 que sua propaganda conquistou definitivamente a simpatia dos brasileiros.

Com o excelente slogan “Tudo anda bem com Bardahl”, os personagens em desenhos animados Motor Killer, Crazy Water, Drag Car, Kid Smoke e Bad Oil compunham a tal Motor Gang. Mas a turma do mau jamais era pária para o Detetive Bradahl - em carne e osso -, que sempre vinha com a criptonita dos vilões. O filme abaixo - que não sei precisar a data que foi ao ar, muito menos a agência que o criou - é o mais popular de todos.

É interessante notar também que esse recurso de animação não progrediu muito de lá para cá, eu sempre pensava que viria muita coisa depois de Space Jam, mas não. Toy Story era mais legal. Que bom que houve tempo suficiente para que um comercial se aproveitasse da técnica, cravando sua marca na história da nosso publicidade.


Fonte: Mundo Das Marcas

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As aventuras de Mário, o publicitário

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quarta-feira, 3 de março de 2010

Os curiosos comercias do GP Brasil de Fórmula 1

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Para anunciar o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1, a W/Brasil criou esses estranhos comerciais. Em um deles, alguns pilotos da categoria imitam a o som do motor dos carros, no outro, afirmam em português com seus respectivos sotaques: "é nóis na pista". Com toda a certeza desse mundo, posso afirmar que a ideia ficou, no mínimo, bizarra - e olha que a direção de criação é de Washington Olivetto. Vale lembrar também que o GP acontecerá só nos dias 5, 6 e 7 de novembro, até lá devemos ter mais vídeos como esses.





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A resposta da Devassa ao Conar

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E conforme comentei aqui na seção "Mais polêmico do que criativo", nem foi preciso esperar até o segundo semestre para ver o contra-ataque da Devassa Bem Loura. A marca já soltou o novo filme em resposta ao Conar, que pediu a sustação da campanha com a socialite norte-americana Paris Hilton. Criado também pela Mood, o comercial tem uma providencial tarja preta nos seios da mulher que aparece no rótulo da garrafa da cerveja. O filme ainda faz um convite: "a quem se sentiu ofendido, oferecemos um filme novo. Aqueles que não se ofenderam, convidamos a assistir ao filme antigo na Internet". Algo muito, mas muito parecido com o que fez a Havaianas Fit (relembre aqui).



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terça-feira, 2 de março de 2010

Nada se cria | 124

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É sempre difícil dizer se trata-se ou não de um plágio, mas como impressiona a semelhança entre essas duas peças. Não que isso tenha grande parcela de importância para o cliente, apenas serve para analisar ideias, ou como se diria na minha terra, para parpitá. Pelo menos o papel de parede é diferente.

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Evonik Chemicals
Agência: KNSK Hamburgo
País: Alemanha
Ano: 2008

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Trident
Agência: JWT
País: Marrocos
Ano: 2009

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segunda-feira, 1 de março de 2010

Isto é 0,0047% do que nós temos

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De forma alguma eu poderia deixar de fora deste blog os anúncios criados pela pela AlmapBBDO para a Getty Images Brasil. Por Deus! Eu poderia ficar horas olhando para eles sem me cansar. Só espero que ninguém diga que ficaram poluídos demais, nesse caso seria obrigado a discordar em gênero, número e grau. As imagens foram costuradas pelas ilustrações de Marcos Kotlhar, Danilo Boer, Murilo Salazar, Cheda Name e Vinicius Sousa.

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Mais polêmico do que criativo | 31

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Tudo começou com uma tag #bemmisteriosa no Twitter, que levava os curiosos internautas ao site http://www.bemmisteriosa.com.br. Era um teaser - nem digo se era bom ou ruim, mas conseguiu deixar a blogaiada e os tuiteiros de plantão, de fato, intrigados com o mistério. No site, a imagem do buraco de uma fechadura ia revelando o corpo de uma mulher do outro lado. Quanto mais as pessoas tuitavam aquilo, mais ia se revelando - pelo menos, essa era a ideia. Só depois descobri que o número de twitters não tinha nada a ver com a revelação - um considerável erro tático do anunciante.

Porém, o pior (ou melhor) ainda estava por vir. Paris Hilton se revela a garota-propaganda da Devassa, bem loura, bem gostosa, enfim, bem Devassa. Daí a badalada socialite veio ao Brasil para o Carnaval carioca, sambou, deu entrevista para a Globo e apresentou a nova proposta da cerveja - tudo devidamente uniformizada, e claro, seguindo o roteiro do seu contrato de 700 mil doletas para estrelar a campanha.

Criada pela Mood, a campanha foi realmente barulhenta e quase impossível não ser notada no meio de todo aquele confete da peculiar data. Gerou buzz, muito buzz, diga-se de passagem. O problema é que esqueceram de avisar o CONAR, e aí sim, a coisa começou a ficar preta - com o perdão do infame trocadilho.

O conselho que regulamenta o que vai ao ar no Brasil abriu três processos contra a campanha, alegando, obviamente, que houve excessivo apelo sexual na coisa toda. O primeiro deles teve origem em representação formal apresentada por um consumidor comum. O segundo foi aberto pelo próprio CONAR, questionando uma promoção realizada no site da marca - criado pela ID\TBWA -, que estaria estimulando o consumo excessivo de bebidas alcoólicas. E finalmente, o terceiro processo foi aberto pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, que também alegou que o site tem conteúdo sexista e que desrespeita a mulher. Até agora, a sustação da campanha se deu por meio de uma liminar.

O caso chegou a repercutir nos Estados Unidos, onde ganhou destaque a pergunta que o site Advertising Age fez: "Seria Paris Hilton sexy demais para o Brasil?" Obviamente não, porém, o que se discute vai muito além do corpo da mulher em questão.

Abaixo está o filme da campanha, produzido pelo O2, que foi todo gravado em Los Angeles, com algumas cenas do Rio de Janeiro inseridas na pós-produção. Tire suas próprias conclusões. Como o contrato de Hilton é de um ano, provavelmente haverá um novo filme no segundo semestre de 2010. Será que teremos alguma resposta ao CONAR?



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